Deus existe, Deus não existe: eis aqui duas verdades indiscutíveis
Tádzio Nanan
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
O tempo é uma fatalidade doída para o tolo e um investimento rentável para o sábio
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
MEDITAÇÕES NOTURNAS
sou uma fração de segundo do tempo da humanidade
que é uma fração de segundo do tempo da vida
que é um pedaço do tempo da Terra
que é um pedaço do tempo do universo
que veio de uma coisa que não tem nome
embora muitos o chamem medrosamente de big-bang
mas que prefiro chamar de Mistério
sou nada face à história, face à natureza, face à vida: tudo existiu e existirá sem mim
mas sou tudo, pois vivo e tenho minha estória e minhas interpretações da história e possuo um universo maior que o universo ardendo nas entranhas (explodindo infinita e recorrentemente) e sem mim não saberia da vida, da natureza, da história, nem do universo
sem mim ignoraria tudo
sem mim estaria desabrigado, seria nada
mas comigo eu sou
comigo eu sou
eu sou
deus é nada
e deus é tudo
para os que acreditam e os que não acreditam nele
e todas as verdades são nada e são tudo – embora a verdade seja uma idéia volúvel vagando na mente de cada homem...
o tempo é um instituto que dá sentido à vida, mas existi?
o amor, a paz, as idéias e os ideais, a própria civilização, são o quê? ilusões dos sentidos, vibrações de partículas subatômicas na caótica dança do universo (alguns dirão que é ordenada, e não caótica a dança do universo; mas não se engane: o universo é um péssimo bailarino)
pequenas mentiras dão um feitio racional à vida, são imprescindíveis
pequenas mentiras repetidas tornam-se verdades absolutas, sobretudo aquelas que nos agradam, e nos ajudam a suportar a vida, e a carregar a cruz de viver – demasiadamente pesada para alguns, e tornam a vida precisa e certa, embora estejam erradas, porque a vida é mesmo imprecisa, incerta; a vida é mesmo suja e louca, e não me venha dizer o contrário
haverá sempre a natureza?
(outras naturezas artificiais ainda serão inventadas em nosso porvir cibernético?)
haverá sempre mulheres prenhes e corações idealistas?
mas todas estas coisas existem agora e é isso que importa
porque o tempo importa no exato instante que passa, e só tem importância porque passa
a vida só tem valor porque acaba
o amor só tem valor porque acaba
o amor grande, o amor infinito, é o que é fugaz
o que deixará de ser só deixará de ser porque foi
o que será nada já foi tudo (e quiçá volte a sê-lo, ainda que diferentemente, posto que tudo é energia, que é imortal)
o que gemeu e amou e lutou e bradou só calará porque bradou e lutou e amou e gemeu
mas o silêncio também é parte essencial da música
mas o silêncio também é parte essencial da música
e ser cônscio desse tudo (ou desse nada)
apazigua minha alma e me basta!
Tádzio Nanan
que é uma fração de segundo do tempo da vida
que é um pedaço do tempo da Terra
que é um pedaço do tempo do universo
que veio de uma coisa que não tem nome
embora muitos o chamem medrosamente de big-bang
mas que prefiro chamar de Mistério
sou nada face à história, face à natureza, face à vida: tudo existiu e existirá sem mim
mas sou tudo, pois vivo e tenho minha estória e minhas interpretações da história e possuo um universo maior que o universo ardendo nas entranhas (explodindo infinita e recorrentemente) e sem mim não saberia da vida, da natureza, da história, nem do universo
sem mim ignoraria tudo
sem mim estaria desabrigado, seria nada
mas comigo eu sou
comigo eu sou
eu sou
deus é nada
e deus é tudo
para os que acreditam e os que não acreditam nele
e todas as verdades são nada e são tudo – embora a verdade seja uma idéia volúvel vagando na mente de cada homem...
o tempo é um instituto que dá sentido à vida, mas existi?
o amor, a paz, as idéias e os ideais, a própria civilização, são o quê? ilusões dos sentidos, vibrações de partículas subatômicas na caótica dança do universo (alguns dirão que é ordenada, e não caótica a dança do universo; mas não se engane: o universo é um péssimo bailarino)
pequenas mentiras dão um feitio racional à vida, são imprescindíveis
pequenas mentiras repetidas tornam-se verdades absolutas, sobretudo aquelas que nos agradam, e nos ajudam a suportar a vida, e a carregar a cruz de viver – demasiadamente pesada para alguns, e tornam a vida precisa e certa, embora estejam erradas, porque a vida é mesmo imprecisa, incerta; a vida é mesmo suja e louca, e não me venha dizer o contrário
haverá sempre a natureza?
(outras naturezas artificiais ainda serão inventadas em nosso porvir cibernético?)
haverá sempre mulheres prenhes e corações idealistas?
mas todas estas coisas existem agora e é isso que importa
porque o tempo importa no exato instante que passa, e só tem importância porque passa
a vida só tem valor porque acaba
o amor só tem valor porque acaba
o amor grande, o amor infinito, é o que é fugaz
o que deixará de ser só deixará de ser porque foi
o que será nada já foi tudo (e quiçá volte a sê-lo, ainda que diferentemente, posto que tudo é energia, que é imortal)
o que gemeu e amou e lutou e bradou só calará porque bradou e lutou e amou e gemeu
mas o silêncio também é parte essencial da música
mas o silêncio também é parte essencial da música
e ser cônscio desse tudo (ou desse nada)
apazigua minha alma e me basta!
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
O tempo é curto para quem ainda está procurando e longo para quem já achou
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
NO REDEMOINHO DA MEMÓRIA TUDO DESVANECE...
No redemoinho da memória tudo desvanece
Recordações ficam senis, moribundas
Sufocando em meio a escuridões profundas
Entre os abismos que o passar do tempo tece
Porque nas retinas o mundo descolore e evapora
E são fugazes delírios imagéticos o momento
O poeta vai cerzindo versos cheios de lamento
Sobre o insustentável desejo que nos devora
Desejo de reter o sabor que se dissolve
Ou degustar nova sensação, vária experiência
Sucedendo as que decaíram na consciência:
Recorrente drama que a gente não resolve!
Nessa busca impossível, delirante, inútil
- cão mordendo o rabo, esfaimado e louco
Quanto mais tem, almeja mais um pouco
E aferra-se à ilusão e cobiça o fútil!
Tádzio Nanan
Recordações ficam senis, moribundas
Sufocando em meio a escuridões profundas
Entre os abismos que o passar do tempo tece
Porque nas retinas o mundo descolore e evapora
E são fugazes delírios imagéticos o momento
O poeta vai cerzindo versos cheios de lamento
Sobre o insustentável desejo que nos devora
Desejo de reter o sabor que se dissolve
Ou degustar nova sensação, vária experiência
Sucedendo as que decaíram na consciência:
Recorrente drama que a gente não resolve!
Nessa busca impossível, delirante, inútil
- cão mordendo o rabo, esfaimado e louco
Quanto mais tem, almeja mais um pouco
E aferra-se à ilusão e cobiça o fútil!
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
O estado normal da vida é a busca – e a principal busca é achar a nós mesmos
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
O estado normal da vida é o estado de necessidade – estamos sempre a precisar e a querer
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 14 de setembro de 2010
LEÃO!
Agita-se em tua alma viva intuição
Pensas com lucidez, ages com presteza
Superar desafios para ti é uma certeza
Forjado que foste com o ímpeto da ação
A férrea vontade é a tua fortaleza
Incontrastáveis tua fé e obstinação
Que atiçam teu voraz apetite de leão:
Num gesto açambarcas toda a natureza!
Enfrentas e pões ao chão o obstáculo
- quem crê não cansa ou se engana
E faz da vida um multifário espetáculo
O livre-arbítrio da condição humana
É teu evangelho, que ensina a fé inabalável:
Sim, todo sonho é possível e realizável!
Tádzio Nanan
Pensas com lucidez, ages com presteza
Superar desafios para ti é uma certeza
Forjado que foste com o ímpeto da ação
A férrea vontade é a tua fortaleza
Incontrastáveis tua fé e obstinação
Que atiçam teu voraz apetite de leão:
Num gesto açambarcas toda a natureza!
Enfrentas e pões ao chão o obstáculo
- quem crê não cansa ou se engana
E faz da vida um multifário espetáculo
O livre-arbítrio da condição humana
É teu evangelho, que ensina a fé inabalável:
Sim, todo sonho é possível e realizável!
Tádzio Nanan
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Você não é melhor do que ninguém: você é diferente
Você não é pior do que ninguém: você é diferente
Tádzio Nanan
Você não é pior do que ninguém: você é diferente
Tádzio Nanan
domingo, 12 de setembro de 2010
ENCONTRO
hoje é dia de morrer!
m o r r e r! m o r r e r! m o r r e r!
o irremediável, inapelável dia da nossa morte
(não será maldito também o dia do nosso aniversário: o dia em que nascemos para a morte, a nossa própria, a dos nossos, e a de todas as ideias e ideais em que, talvez tola ou hipocritamente, acreditamos?)
todo santo dia, dia de morrer: esvair-se, sufocar-se, desmembrar-se, extinguir-se, ser inescapavelmente desfeito em nada, em noite, em silêncio, em cinzas, poeira estelar...
ó como dói a consciência, meu deus, ante a inexorabilidade do fato, tragicomicamente o único que é indubitável na vida...
no entanto, morrer é realmente necessário! é realmente preciso morrer! repito: é realmente preciso morrer! viver não é preciso
a morte é sempre uma revolução: a chance de que tudo continue, diferentemente
que tudo morra, então!
que morramos todos (e que vá na frente os piores de nós...)
nada é realmente fundamental que não mereça a morte;
a morte, ela sim, fundamental, gloriosa, soberba!
você merece morrer, eu mereço morrer, a civilização humana, deus, e as demais quinquilharias que criamos para nos entreter, porque só a energia deve permanecer (apenas a energia é perenal, de uma constância inconsciente)
todo momento é o derradeiro para alguém: eu? você? nós dois?
você acorda feliz, sai esperançoso, cheio de paixão, dobra a esquina a sorrir, está com a mente transbordando sonhos e desejos, e eis que se depara com a morte, com a pálida face da morte, com o bafo quente da morte, com a mão pesada da morte, que ficou ali se fingindo de morta, todo esse tempo, a esperar justo você, que se achava merecedor de tantas coisas sublimes... e que não era!
mas morrer nada tem a ver com justiça, humana ou divina; tem a ver com... morrer!! Afinal, tudo que é vivo, perece, e merece tal sorte, porquanto para que tudo possa evoluir, tudo deve extinguir-se
todo dia é o dia perfeito para encontrar-se com a morte, tomar um chá com a morte, comer bolachas com a morte, papear futilidades com a morte...
com quem será o encontro hoje?
Tádzio Nanan
m o r r e r! m o r r e r! m o r r e r!
o irremediável, inapelável dia da nossa morte
(não será maldito também o dia do nosso aniversário: o dia em que nascemos para a morte, a nossa própria, a dos nossos, e a de todas as ideias e ideais em que, talvez tola ou hipocritamente, acreditamos?)
todo santo dia, dia de morrer: esvair-se, sufocar-se, desmembrar-se, extinguir-se, ser inescapavelmente desfeito em nada, em noite, em silêncio, em cinzas, poeira estelar...
ó como dói a consciência, meu deus, ante a inexorabilidade do fato, tragicomicamente o único que é indubitável na vida...
no entanto, morrer é realmente necessário! é realmente preciso morrer! repito: é realmente preciso morrer! viver não é preciso
a morte é sempre uma revolução: a chance de que tudo continue, diferentemente
que tudo morra, então!
que morramos todos (e que vá na frente os piores de nós...)
nada é realmente fundamental que não mereça a morte;
a morte, ela sim, fundamental, gloriosa, soberba!
você merece morrer, eu mereço morrer, a civilização humana, deus, e as demais quinquilharias que criamos para nos entreter, porque só a energia deve permanecer (apenas a energia é perenal, de uma constância inconsciente)
todo momento é o derradeiro para alguém: eu? você? nós dois?
você acorda feliz, sai esperançoso, cheio de paixão, dobra a esquina a sorrir, está com a mente transbordando sonhos e desejos, e eis que se depara com a morte, com a pálida face da morte, com o bafo quente da morte, com a mão pesada da morte, que ficou ali se fingindo de morta, todo esse tempo, a esperar justo você, que se achava merecedor de tantas coisas sublimes... e que não era!
mas morrer nada tem a ver com justiça, humana ou divina; tem a ver com... morrer!! Afinal, tudo que é vivo, perece, e merece tal sorte, porquanto para que tudo possa evoluir, tudo deve extinguir-se
todo dia é o dia perfeito para encontrar-se com a morte, tomar um chá com a morte, comer bolachas com a morte, papear futilidades com a morte...
com quem será o encontro hoje?
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
Todo problema humano é um problema moral
Todo o problema humano é o problema moral
Tádzio Nanan
Todo o problema humano é o problema moral
Tádzio Nanan
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
As coisas não são nem tão complexas quanto eles dizem, nem tão simples quanto você imagina
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Na estrada da vida, não importa chegar a um lugar qualquer, mas ir colhendo as flores do caminho
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Consome algumas doses de vinho, magia e auto-engano; ninguém aguenta a rigorosa e estéril realidade da vida 100% do tempo
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
A MARIANNE, DEUSA DA LIBERDADE

*
A MARIANNE, DEUSA DA LIBERDADE
(inspirado na tela “A Liberdade conduzindo o povo”, de Eugene Delacroix)
Contra variados óbices inimigos, Marianne avança
Intimorata, desponta onde a peleja é fremente
Mas não há ferro que fira, voragem que enfrente
Seu olhar resoluto, seu braço cheio de pujança
Pressente que o perigo lhe espreita, e passa rente
Pois se esquiva do golpe, ágil, vívida de esperança
É a mais sublime sua missão; sabe e não descansa
É o último baluarte quanto tudo parece ser poente
Ostentando o lábaro, quando o risco é iminente!
(Quer ser o exemplo: valiosa e inolvidável herança)
Empunhando inoxidável lança, por amor à gente!
(...)
Depois, volve aos Céus, com a pureza de uma criança
Emergindo ao olhar a ternura que o coração sente
Semeando a paz com estes olhos que a tudo alcança
Tádzio Nanan
MILLÔNIANA DO DIA:
Sobre erros e gerações: os jovens respeitam os mais velhos porque ignoram seus numerosos e vexatórios erros, e os velhos se riem dos mais jovens porque sabem que eles irão repeti-los
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 5 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Boa ou má, a obra da minha juventude está concluída; agora, preciso achar as novas reflexões da adultícia
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sábado, 4 de setembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Deus é uma boa ideia desperdiçada: ao invés de ser o balizador da ética, é o estopim do conflito
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
OCORRE A MUITOS ALIMENTAR...
Ocorre a muitos alimentar
Doridos rancores que os consomem
O que a tal liturgia s'entregar
Nunca se lhe resgatará o Homem:
Sanguinolenta fera subterrânea
Brandindo seu ódio como aço
Pregando uma guerra extemporânea
Até que a trôpega civilização perca o passo
Muitos acabam por concordar
Com os falsos profetas que nos dividem
E com perfídias infectam o ar
No olhar imprimem a vertigem:
Almas aviltadas, na mendicância
Da divindade imanente apartadas
No noctífero templo da ignorância
Louvando ao engano, com suas fés compradas
Muitos se ocupam de perpetrar
Nefastos crimes contra o mundo
Fratricidas, sedentos de sangrar
A inocência com golpear furibundo:
Escravos da cobiça e da rapina
Com uma fome de ouro insaciável
Que mitigam com a ânsia assassina
De acumular tesouro inumerável
Muitos se ocupam de investir
O desprezo que nutrem contra as gentes
Com seus capitães tramam impedir
Das multidões as reações urgentes:
Plutocracia célere ao decretar
A ambiguidade da condição humana
Mas, irmanados haveremos de provar
Que tal sofisma já não engana!
Tádzio Nanan
Doridos rancores que os consomem
O que a tal liturgia s'entregar
Nunca se lhe resgatará o Homem:
Sanguinolenta fera subterrânea
Brandindo seu ódio como aço
Pregando uma guerra extemporânea
Até que a trôpega civilização perca o passo
Muitos acabam por concordar
Com os falsos profetas que nos dividem
E com perfídias infectam o ar
No olhar imprimem a vertigem:
Almas aviltadas, na mendicância
Da divindade imanente apartadas
No noctífero templo da ignorância
Louvando ao engano, com suas fés compradas
Muitos se ocupam de perpetrar
Nefastos crimes contra o mundo
Fratricidas, sedentos de sangrar
A inocência com golpear furibundo:
Escravos da cobiça e da rapina
Com uma fome de ouro insaciável
Que mitigam com a ânsia assassina
De acumular tesouro inumerável
Muitos se ocupam de investir
O desprezo que nutrem contra as gentes
Com seus capitães tramam impedir
Das multidões as reações urgentes:
Plutocracia célere ao decretar
A ambiguidade da condição humana
Mas, irmanados haveremos de provar
Que tal sofisma já não engana!
Tádzio Nanan
MILLÔNIANA DO DIA:
Sabemos menos do que pensamos saber e mais do que nossos desafetos supõem (e desejam) que saibamos
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 31 de agosto de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
Se você quer ser mais bem-sucedido, tenho duas dicas: esforçar-se mais ou almejar menos
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
Se você quer ser mais rico, tenho duas dicas: trabalhar o dobro do que tem trabalhado ou consumir a metade do que tem consumido
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 29 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
A vida não é misteriosa; é a consciência humana que atribui mistério à vida
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sábado, 28 de agosto de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
Quando você estiver vaidosamente impressionado com o tamanho dos seus conhecimentos, meu caro, lembre-se do tamanho da sua ignorância
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Fiquemos atentos: a natureza chama-nos diariamente; mas Deus, poucas vezes na vida
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Existem aqueles que querem ganhar o mundo inteiro só porque perderam a si mesmos
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 24 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
O tolo está alienadamente feliz com a vida que escolheram para ele; o sábio entende que deve fazer suas próprias escolhas, por mais difícil e doloroso que isto seja
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
Inteligências extraterrenas devem existir, sim, como uma compensação do universo à estultícia humana...
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
NOVA ROMA (Democracia a la EUA)
A nova Roma avança sobre o mundo
Espalhando o veneno da sua moral falaciosa:
Condena a guerra, mas faz uma guerra odiosa
Catequizando para um deus iracundo...
A nova Roma avança sobre a liberdade
Sob o falso argumento de defendê-la:
Torturam a verdade, até invertê-la
Para que seus crimes tenham a feição de santidade...
Nas horas, entanto, o tempo elabora a mudança
Muda o curso das eras, como o do vento
Nada detém uma idéia quando avança:
A de que nada impedirá o nosso intento
Haveremos de alcançar o que buscamos,
Pois impérios se desfazem ao que sonhamos!
Tádzio Nanan
Espalhando o veneno da sua moral falaciosa:
Condena a guerra, mas faz uma guerra odiosa
Catequizando para um deus iracundo...
A nova Roma avança sobre a liberdade
Sob o falso argumento de defendê-la:
Torturam a verdade, até invertê-la
Para que seus crimes tenham a feição de santidade...
Nas horas, entanto, o tempo elabora a mudança
Muda o curso das eras, como o do vento
Nada detém uma idéia quando avança:
A de que nada impedirá o nosso intento
Haveremos de alcançar o que buscamos,
Pois impérios se desfazem ao que sonhamos!
Tádzio Nanan
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Você não escolheu, simplesmente, o que faz;
você ignorou as demais possibilidades
Tádzio Nanan
você ignorou as demais possibilidades
Tádzio Nanan
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Você pode começar uma revolução agora mesmo; é só pensar, agir, sentir diferente; porque nem tudo que sempre foi precisa continuar sendo, indefinidamente
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Qual será a saída para a crise civilizacional que vivemos? A ética e a educação? A ciência e a tecnologia? A revolução? Quem sabe conquistar o espaço sideral (estará a Terra condenada?)? Escreva seus argumentos e contribua para o debate público
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 10 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
“O homem é um animal político”
E quanto mais política fizer, menos animal será
Tádzio Nanan
E quanto mais política fizer, menos animal será
Tádzio Nanan
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
PENSAMIENTO DEL DIA:
Usted puede discrepar con los medios adoptados por el "Che", pero difícilmente puede discrepar de sus sueños
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 8 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Lembra-te sempre disso:
Nós, o que somos? Pó!
A vida, o que é? Sombras!
Tádzio Nanan
Nós, o que somos? Pó!
A vida, o que é? Sombras!
Tádzio Nanan
sábado, 7 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
O melhor prêmio cabe apenas ao predestinado; mas pequenas coisas podem ser grandes prêmios se você conseguir cultivar a gratidão e a humildade
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Deixa enfeitiçar-te por tudo quanto fazes; assim, realizarás mágicas inefáveis cotidianamente
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Nem todo homem bem-sucedido é feliz; mas todo homem feliz é bem-sucedido
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 3 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
O amor é lindo: o que tenho de mais meu é ser teu; o que tens de mais teu é ser minha
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
As três idéias mais belas e poderosas que a humanidade engendrou: Paz, Justiça e Jesus Cristo
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 1 de agosto de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
A pior inveja é a do indivíduo que tendo muito mais do que o necessário incomoda-se profundamente com o pouco que os mais humildes passam a ter; é que, nos abismos de sua alma, ele deseja que os outros não tenham nada (e que ele, claro, continue desfrutando de todo luxo); será por isso que nossas adoráveis elites ficam tão indignadas com o Bolsa-Família e convenientemente se calam sobre o “Bolsa-Miami”?
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sábado, 31 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Você não pode tudo, mas pode bastante; você talvez não seja o melhor, mas é ótimo; você pode fracassar várias vezes, mas as vitórias de que precisa estão em seus movimentos prestos e em seus golpes certeiros; guerreiro, à luta!
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 30 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Sê um homem sensível, mas não frágil; sê uma mulher forte, mas não bruta
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
A civilização humana não existe para alcançar a paz e a equidade, mas para buscá-las; este é o nosso Castigo de Tântalo
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 27 de julho de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
Um primeiro passo para um mundo melhor seria as pessoas serem tão exigentes consigo mesmas como são com os outros...
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 26 de julho de 2010
JP - NOVAS AVENTURAS
JP passou horas aprumando o espírito com meditação, malhando os músculos com halteres emprestados à um amigo, customizando a indumentária, engalanando-se para atrair as fêmeas mais susceptíveis e desinformadas sobre seu caráter, enfim, fazendo tudo o que lhe era possível para obter uma ótima performance na festança de logo mais. Tinha a expectativa de copular bastante, e com muitas mulheres (esta era a sua expectativa usual, dado os ótimos resultados de suas séries históricas a respeito do assunto); e quem sabe não fosse seu dia de sorte, indo parar na cama com duas ao mesmo tempo, talvez as gêmeas I. e B., em que punha os olhos esfomeados há tempos, desde a nem tão inocente assim época de colégio...
Acoplou-se ao BMW de quinhentos mil reais, e pisou fundo. À caminho do regozijo, parou num quase arrabalde para comprar baseado, pó, ecstasy, tudo que fosse ilícito e possível de ser comprado e iniciou a viagem ali mesmo, como que calibrando a máquina; transou no banco de trás com suas putinhas preferenciais, enrijecido com os comprimidos azuis (estava sempre preparado para ocasiões especiais); e teve que subornar o merdinha de um guarda de trânsito que teve a ousadia de pará-lo numa blitz: molhou-lhe a mão com 300 pratas e foi-se embora, cantando pneu e mostrando o dedo para a patuleia...
Quando se apresentou na milionária cobertura do Flávio, o anfitrião da festa (o dono da festa era o JP, como de costume), o nosso (anti-)herói já havia fumado dois baseados, cheirado cocaína, ingerido viagra, e bebido whisky. Para a sorte dele o putanheiro tem um coração de aço. É porque, além dos bons genes, o tema saúde não era de todo negligenciado. Quando não sucumbia à perdição, até que acordava cedo, alimentava-se bem, fazia exercícios com certa regularidade. Mas ele sempre quisera conhecer os dois lados de tudo, as duas faces da moeda, estava gravado no ADN dele a busca, e assim mergulhava tanto no calor do dia, quanto nos insondáveis mistérios da noite, profunda, perigosa, e muitas vezes inadvertidamente...
Durante a festa, discutiu seus investimentos milionários no mercado financeiro: derivativos, títulos públicos, letras hipotecárias, etc; palestrou sobre economia internacional com dois especialistas no tema, bebeu, fumou, cheirou, trepou até a exaustão (cansadas das suas costumárias investidas, I. e B. finalmente anuiram com a indecorosa proposta...)
Mas um certo alguém o observara por todas as longas horas da greco-romana festança. Era o irmão do anfitrião, Leonardo, médico bem-sucedido, rico, boa-pinta, e decidida bichona. Éh, Leonardo sempre tivera uma queda por JP, que era tudo quanto um gay não quer para um enlace matrimonial, mas tudo quanto sonha para uma foda estrondosa. E com a cara e a coragem foi abordar seu cotidiano objeto do desejo. Já tinha pensado numa estratégia e estava disposto a pagar qualquer preço para fazê-la operar eficazmente. No começo o papo rolou fácil, sobre diversos temas (como sempre, JP muito simpático e loquaz). As pessoas passavam por eles só para se despedirem, já que passava das quatro e a festa ia minguando. E antes que nosso (anti-)herói também anunciasse sua partida, Leonardo dera seu xeque-mate: ele, que não era chegado à branquinha, convidou JP para ir à seu quarto aspirar a última carreirinha da madrugada; inocentemente JP aceitou; ambos cheiraram a maldita e incontinenti perderam o juízo, mas por motivos diferentes: Leonardo por paixão, JP por quase overdose...
Nosso (anti-)herói acordou às três da tarde, tropeçando nas pernas, a cabeça tilintando como campainha. Estava só. Apenas um recado do Flávio, dizendo que ele comesse alguma coisa e desse as chaves ao porteiro quando se fosse. Desceu o prédio tentando recordar o que acontecera nas últimas horas, mas não conseguiu...
(...)
O que terá acontecido à JP naquele quarto, naquelas possivelmente ultrajantes horas? Desde então, ele nunca conseguiu juntar a necessária coragem para perguntar à Leonardo qualquer coisa sobre o potencialmente vergonhoso incidente, apesar de haverem alguns sórdidos indícios de que algo anti-natural acontecera àquela madrugada, como, por exemplo, o fato de o Leonardo dar-se ares de grande intimidade consigo, além de algumas lembranças confusas, de corar a face. Será mesmo que JP, devorador de mulheres, estivera, enfim, com um homem na cama?! Se sim, teria sido o ativo ou o passivo?
Narrador (quase-)onisciente
Acoplou-se ao BMW de quinhentos mil reais, e pisou fundo. À caminho do regozijo, parou num quase arrabalde para comprar baseado, pó, ecstasy, tudo que fosse ilícito e possível de ser comprado e iniciou a viagem ali mesmo, como que calibrando a máquina; transou no banco de trás com suas putinhas preferenciais, enrijecido com os comprimidos azuis (estava sempre preparado para ocasiões especiais); e teve que subornar o merdinha de um guarda de trânsito que teve a ousadia de pará-lo numa blitz: molhou-lhe a mão com 300 pratas e foi-se embora, cantando pneu e mostrando o dedo para a patuleia...
Quando se apresentou na milionária cobertura do Flávio, o anfitrião da festa (o dono da festa era o JP, como de costume), o nosso (anti-)herói já havia fumado dois baseados, cheirado cocaína, ingerido viagra, e bebido whisky. Para a sorte dele o putanheiro tem um coração de aço. É porque, além dos bons genes, o tema saúde não era de todo negligenciado. Quando não sucumbia à perdição, até que acordava cedo, alimentava-se bem, fazia exercícios com certa regularidade. Mas ele sempre quisera conhecer os dois lados de tudo, as duas faces da moeda, estava gravado no ADN dele a busca, e assim mergulhava tanto no calor do dia, quanto nos insondáveis mistérios da noite, profunda, perigosa, e muitas vezes inadvertidamente...
Durante a festa, discutiu seus investimentos milionários no mercado financeiro: derivativos, títulos públicos, letras hipotecárias, etc; palestrou sobre economia internacional com dois especialistas no tema, bebeu, fumou, cheirou, trepou até a exaustão (cansadas das suas costumárias investidas, I. e B. finalmente anuiram com a indecorosa proposta...)
Mas um certo alguém o observara por todas as longas horas da greco-romana festança. Era o irmão do anfitrião, Leonardo, médico bem-sucedido, rico, boa-pinta, e decidida bichona. Éh, Leonardo sempre tivera uma queda por JP, que era tudo quanto um gay não quer para um enlace matrimonial, mas tudo quanto sonha para uma foda estrondosa. E com a cara e a coragem foi abordar seu cotidiano objeto do desejo. Já tinha pensado numa estratégia e estava disposto a pagar qualquer preço para fazê-la operar eficazmente. No começo o papo rolou fácil, sobre diversos temas (como sempre, JP muito simpático e loquaz). As pessoas passavam por eles só para se despedirem, já que passava das quatro e a festa ia minguando. E antes que nosso (anti-)herói também anunciasse sua partida, Leonardo dera seu xeque-mate: ele, que não era chegado à branquinha, convidou JP para ir à seu quarto aspirar a última carreirinha da madrugada; inocentemente JP aceitou; ambos cheiraram a maldita e incontinenti perderam o juízo, mas por motivos diferentes: Leonardo por paixão, JP por quase overdose...
Nosso (anti-)herói acordou às três da tarde, tropeçando nas pernas, a cabeça tilintando como campainha. Estava só. Apenas um recado do Flávio, dizendo que ele comesse alguma coisa e desse as chaves ao porteiro quando se fosse. Desceu o prédio tentando recordar o que acontecera nas últimas horas, mas não conseguiu...
(...)
O que terá acontecido à JP naquele quarto, naquelas possivelmente ultrajantes horas? Desde então, ele nunca conseguiu juntar a necessária coragem para perguntar à Leonardo qualquer coisa sobre o potencialmente vergonhoso incidente, apesar de haverem alguns sórdidos indícios de que algo anti-natural acontecera àquela madrugada, como, por exemplo, o fato de o Leonardo dar-se ares de grande intimidade consigo, além de algumas lembranças confusas, de corar a face. Será mesmo que JP, devorador de mulheres, estivera, enfim, com um homem na cama?! Se sim, teria sido o ativo ou o passivo?
Narrador (quase-)onisciente
domingo, 25 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
A liberdade é o sonho do indivíduo; mas para a coletividade, o sonho maior, e seu maior desafio, é a igualdade; serão liberdade do indivíduo e igualdade social sonhos inconciliáveis?
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sábado, 24 de julho de 2010
A UM GUERREIRO NA CRUZ
Devora-o a morte; o corpo grita-lhe, desfeito, machucado
O guerreiro à cruz abandona-se. “Pai, que sorte maldita...”
Chora; o perdão e o silêncio suplica; olvidar a desdita:
A memória do sangue, o gládio, e seu coração torturado...
E a multidão nem cogita que é também ela ali castigada
Não vê que a dor deste homem é igual a sua, cotidiana
E que levantou-se por ela, com fé, esperança e gana
Mas estranha a si mesma olha e não se vê justiçada...
O moribundo já ele pressente que ali morrem milhões
Legiões de soldados que marchariam, mas vão transigir
Que o medo em seus corações indolentes os fará desisitir...
Deserto e mudo morre nosso herói, distante das canções
D'aurora. Esquecido de que livre nasceu, sonhou, foi feliz
Até que a vida se lhe marcasse na carne como brutal cicatriz!
Tádzio Nanan
O guerreiro à cruz abandona-se. “Pai, que sorte maldita...”
Chora; o perdão e o silêncio suplica; olvidar a desdita:
A memória do sangue, o gládio, e seu coração torturado...
E a multidão nem cogita que é também ela ali castigada
Não vê que a dor deste homem é igual a sua, cotidiana
E que levantou-se por ela, com fé, esperança e gana
Mas estranha a si mesma olha e não se vê justiçada...
O moribundo já ele pressente que ali morrem milhões
Legiões de soldados que marchariam, mas vão transigir
Que o medo em seus corações indolentes os fará desisitir...
Deserto e mudo morre nosso herói, distante das canções
D'aurora. Esquecido de que livre nasceu, sonhou, foi feliz
Até que a vida se lhe marcasse na carne como brutal cicatriz!
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
Num certo momento, a dúvida nos paralisa e a certeza nos move; já noutro momento, a dúvida nos move e a certeza nos paralisa
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 23 de julho de 2010
BELEZA!
A beleza, mistério profundo, tem uma face dividida:
Encantaria o mundo com perfeição magnífica, celestial;
É, no entanto, controvertido e contra-intuitivo seu ideal;
Aviva como sol, e mata como mal-curada ferida!
Nela acomodam-se as partes de uma contraditória unidade.
Uma idéia singela raiz de mil interpretações dissonantes:
A flama dos prazeres carnais nas ígneas bocas amantes
E os excessos burlescos sonhados por nossa fútil vaidade!
Belezar maior: a condição humana; ascenção e queda conjugadas
Nosso sonho de eternidade, que desvanece a olhos vistos;
A sublime glória e o atroz suplício de cotidianos Cristos!
E fatalmente belo é o desespero das utopias mutiladas...
Ecoam melodias inebriantes dos sentimentos mais nefastos:
A vingança, o ódio, o vício, os delírios de cotidianos Faustos!
Tádzio Nanan
Encantaria o mundo com perfeição magnífica, celestial;
É, no entanto, controvertido e contra-intuitivo seu ideal;
Aviva como sol, e mata como mal-curada ferida!
Nela acomodam-se as partes de uma contraditória unidade.
Uma idéia singela raiz de mil interpretações dissonantes:
A flama dos prazeres carnais nas ígneas bocas amantes
E os excessos burlescos sonhados por nossa fútil vaidade!
Belezar maior: a condição humana; ascenção e queda conjugadas
Nosso sonho de eternidade, que desvanece a olhos vistos;
A sublime glória e o atroz suplício de cotidianos Cristos!
E fatalmente belo é o desespero das utopias mutiladas...
Ecoam melodias inebriantes dos sentimentos mais nefastos:
A vingança, o ódio, o vício, os delírios de cotidianos Faustos!
Tádzio Nanan
POETA EMBRIAGADO
(letra de música)
acordes: D Bm G C F Bb Am
Preciso ser mais o profeta
O poeta embriagado
De vida e de morte (2x)
Óraculo da nossa sorte (2x)
Íntimo das procelas
Das celas atrozes
Dos bichos ferozes (2x)
Anoitecendo, às vezes (2x)
Mas desfraldar novas bandeiras
Amanhecer das bebedeiras
Ser a ponte entre os mundos
Ser o grito dos mudos
Força do meu tempo (2x)
Preciso navegar esse rio feroz
Que responde por vida
E ser o verbo dessa gente sem voz
Mas que insiste em sua lida
Perseguir nossos nortes
Nossos sonhos ardentes
Ser o poeta do sol (2x)
Do nascente ao poente (2x)
Preciso ser mais o profeta
Poeta do profano e do divino
E inventar novos hinos (2x)
Bêbado delirante
Genuflexo diante
À enormidade das horas!
Tádzio Nanan
acordes: D Bm G C F Bb Am
Preciso ser mais o profeta
O poeta embriagado
De vida e de morte (2x)
Óraculo da nossa sorte (2x)
Íntimo das procelas
Das celas atrozes
Dos bichos ferozes (2x)
Anoitecendo, às vezes (2x)
Mas desfraldar novas bandeiras
Amanhecer das bebedeiras
Ser a ponte entre os mundos
Ser o grito dos mudos
Força do meu tempo (2x)
Preciso navegar esse rio feroz
Que responde por vida
E ser o verbo dessa gente sem voz
Mas que insiste em sua lida
Perseguir nossos nortes
Nossos sonhos ardentes
Ser o poeta do sol (2x)
Do nascente ao poente (2x)
Preciso ser mais o profeta
Poeta do profano e do divino
E inventar novos hinos (2x)
Bêbado delirante
Genuflexo diante
À enormidade das horas!
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
É o paradoxo do excesso: quando se tem mais do que é preciso, estranhamente, começa a faltar
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 22 de julho de 2010
AMOR
(letra de música)
Vê-la bastou para eu cego não ver
As que coisas existentes no mundo?
Tal fora o amor encantamento profundo:
Suaves êxtases de anoitecer...
Era o tempo de se exaurir no calor
De colher a mulher, o fruto celeste
Em seu corpo ter a cura da peste
E a bacântica florescência do Amor...
Se ela falava, eu me entregava
Ao som da sua voz: melodia divina
Se ela calava, eu me afogava
Em seu casto pudor
E sem dizer falava à minha sina
Se ela dançava, eu me encantava
Com sua volúpia e pudor, de mulher e menina
Se ela deitava, ajoelhava
Agradecendo o amor
E sem saber ela mudava a minha sina
Tádzio Nanan
Vê-la bastou para eu cego não ver
As que coisas existentes no mundo?
Tal fora o amor encantamento profundo:
Suaves êxtases de anoitecer...
Era o tempo de se exaurir no calor
De colher a mulher, o fruto celeste
Em seu corpo ter a cura da peste
E a bacântica florescência do Amor...
Se ela falava, eu me entregava
Ao som da sua voz: melodia divina
Se ela calava, eu me afogava
Em seu casto pudor
E sem dizer falava à minha sina
Se ela dançava, eu me encantava
Com sua volúpia e pudor, de mulher e menina
Se ela deitava, ajoelhava
Agradecendo o amor
E sem saber ela mudava a minha sina
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
A dúvida mata aquele que duvida; a certeza mata aqueles que duvidam dela
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 21 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Ecologicamente falando, modernidade mesmo é precisar de pouco e querer menos ainda
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 20 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Toda popularidade é limitada: requer um conteúdo que é comum a todos que a aplaudem
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 19 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
As horas podem ser muito más: elas levam a juventude e nem sempre deixam a sabedoria
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 18 de julho de 2010
JESUS!
(poemeto musicado)
acordes: F7 E7 Am (primeiro e terceiro quartetos);
acordes: B7 Bb7 D#m7 (segundo e quarto quartetos)
Jesus há de me estender Seu braço
E me conduzir ao Seu templo de luz
Onde esquecerei o peso da cruz
Que me castigou passo a passo
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Jesus há de me curar o câncer do rancor
Com Suas infinitas glória e humildade
Que fundam a paz e o amor na humanidade
Antídotos ao desespero e à dor
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Jesus há de me salvar, novamente
Eu que blasfemei contra Ele impropérios
E corrompi-me aos mundanos impérios
Até meu coração rebentar doente...
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Porque descera dos Céus não para julgar
Mas redimir os pecadores das faltas
E lhes nutrir com as Verdades mais altas
Ofertando-lhes Seu coração como lar!
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Tádzio Nanan
acordes: F7 E7 Am (primeiro e terceiro quartetos);
acordes: B7 Bb7 D#m7 (segundo e quarto quartetos)
Jesus há de me estender Seu braço
E me conduzir ao Seu templo de luz
Onde esquecerei o peso da cruz
Que me castigou passo a passo
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Jesus há de me curar o câncer do rancor
Com Suas infinitas glória e humildade
Que fundam a paz e o amor na humanidade
Antídotos ao desespero e à dor
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Jesus há de me salvar, novamente
Eu que blasfemei contra Ele impropérios
E corrompi-me aos mundanos impérios
Até meu coração rebentar doente...
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Porque descera dos Céus não para julgar
Mas redimir os pecadores das faltas
E lhes nutrir com as Verdades mais altas
Ofertando-lhes Seu coração como lar!
Jesus, meu Salvador, estou aqui aos pés do Senhor
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
As idéias nunca foram suas; você é apenas um receptáculo; as idéias pertencem pura e exclusivamente ao tempo histórico delas
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sábado, 17 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
A inteligência humana acelera a história; sabedoria é fazer justamente o contrário
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 16 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Policarpismo?
Hollywood produziu uma centena de grandes atores; mas prefiro Chico Anysio, que representa por cem, literalmente
Tádzio Nanan
Hollywood produziu uma centena de grandes atores; mas prefiro Chico Anysio, que representa por cem, literalmente
Tádzio Nanan
quinta-feira, 15 de julho de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
É preciso método para pensar nas coisas, mas sabedoria para não pensar em nada
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 14 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Cuida disso: a dor não pode ser tão breve que não te ensine nada; o prazer não pode ser tão longo que te aliene de tudo
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
NÍNIVE
(poema musicado)
acordes: A A4 F#m E D C#m B Am7 G
Tens o mistério de uma antiga cidade. Nele me perco
Porque teu olhar é como os becos de um labirinto
Onde se tento me encontrar só mais perdido me sinto
Ébrio de teu beijo, preso em tuas mãos, que é meu cerco
Serei conduzido à loucura em teu calor de estio
Tudo destruo e crio nas asas desse desejo onipotente
Mas se corres a abraçar o mundo, este de mim fica ausente
Tela sem traço e sem cor, lançado num imenso vazio
Eu quis um dia saber como era, morrer de amor
Pois são teus olhos, duas luas negras, que me matam
Mas teus lábios, sensuais, ardentes, me resgatam
Quero ser passarinho para espalhar o pólen da tua flor
Possuir-te inteira, e ser mais feliz, sobrepujando abrolhos
Mas só me queres não mais que escravo destes teus olhos
Tádzio Nanan
acordes: A A4 F#m E D C#m B Am7 G
Tens o mistério de uma antiga cidade. Nele me perco
Porque teu olhar é como os becos de um labirinto
Onde se tento me encontrar só mais perdido me sinto
Ébrio de teu beijo, preso em tuas mãos, que é meu cerco
Serei conduzido à loucura em teu calor de estio
Tudo destruo e crio nas asas desse desejo onipotente
Mas se corres a abraçar o mundo, este de mim fica ausente
Tela sem traço e sem cor, lançado num imenso vazio
Eu quis um dia saber como era, morrer de amor
Pois são teus olhos, duas luas negras, que me matam
Mas teus lábios, sensuais, ardentes, me resgatam
Quero ser passarinho para espalhar o pólen da tua flor
Possuir-te inteira, e ser mais feliz, sobrepujando abrolhos
Mas só me queres não mais que escravo destes teus olhos
Tádzio Nanan
domingo, 11 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
POESIA: forma e conteúdo; inteligência e sensibilidade; realidade e imaginação; ritmo; melodia; força; êxtase; rimas; figuras de linguagem; vocabulário.
Enfim, é o ápice da palavra escrita;
Poesia: vulcão expelindo flores
Tádzio Nanan
Enfim, é o ápice da palavra escrita;
Poesia: vulcão expelindo flores
Tádzio Nanan
sábado, 10 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
SONHO ROUBADO
(poema musicado)
acordes:
E B C#m
F C Dm
O céu a pequena mira
Que diverso lhe parece
Com medo, faz uma prece
E cai! Porque tudo gira
Estranhos pássaros de aço
Roubam-lhe o céu, qu'era azul
Também os viram lá em Cabul
Lançando estrelas no espaço:
Estrelas de aço, cadentes
Pobrezinha, tão triste e pouca
Mataram-lhe o pai, mamãe está louca...
Estrelas de aço, candentes
Uma lógica irracional seguindo
Ai, e o sonho da pequena é findo!
Tádzio Nanan
acordes:
E B C#m
F C Dm
O céu a pequena mira
Que diverso lhe parece
Com medo, faz uma prece
E cai! Porque tudo gira
Estranhos pássaros de aço
Roubam-lhe o céu, qu'era azul
Também os viram lá em Cabul
Lançando estrelas no espaço:
Estrelas de aço, cadentes
Pobrezinha, tão triste e pouca
Mataram-lhe o pai, mamãe está louca...
Estrelas de aço, candentes
Uma lógica irracional seguindo
Ai, e o sonho da pequena é findo!
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
Necessidade e desejo, distribuídos no tempo, e sujeitos à restrições: eis a vida!
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 8 de julho de 2010
IMPÉRIO DOS SONHOS

IMPÉRIO DOS SONHOS
(Poema musicado)
Quem é o estranho no espelho que ao meu rosto assume?
Fantasticamente, numa infernal amnésia, há dias me desconheço:
Minha mente exilada num corpo estrangeiro, no qual envelheço,
E se mais me persigno mais distante me acho do lume...
É de uma descomunal ausência de mim o mal que padeço
Como se este que sou cotidianamente tivesse outro aspecto
Mas num mercado de corpos tivesse comprado este infecto
E numa rejeição total da matéria, na idéia apenas me reconheço
É como se, ao mirar-me no reverso do espelho, me não pertencesse
E após contemplar-me, me fugisse o meu rosto e eu me esquecesse
Existindo em outro lugar, mas nunca naquele em que posto
E desfaço-me neste labirinto de ilusões que me é tragicamente imposto
Como se, pioneiramente, houvessem gravado minha mente noutro ser
Ou, sonhando-se livre, não mais desejasse um corpo a que pertencer!
Acordes: Gm D Gm D - Quartetos
F E A - última frase
Bm C#m Bm C#m - Tercetos
F E A - última frase
Tádzio Nanan
quarta-feira, 7 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Somos todos diferentes nos desejos; somos todos iguais nas necessidades
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 6 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Nem mesmo as grandes causas conseguem irmanar os homens, mas qualquer questiúncula torna-nos inimigos mortais!
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
segunda-feira, 5 de julho de 2010
REINVENTAR-SE
(poema musicado)
acordes: Bm F#m E F#m
G D C D
Caem as cortinas de uma era
Os paradigmas estão todos exauridos
E reinventar-se é a vontade mais sincera
Pro porvir não repetir os tempos idos
Fecham-se os portões desse museu
Que guardou tantos anos de dores e alegrias
De uma miríade de trajetos que sou eu:
Horas, desoras; acertos e arriscadas vias...
Vedam-se as câmaras desse mausoléu
Separando o que é vida e o que é morte
As estrelas de outrora não brilham mais no céu
Só as sementes do amanhã serão meu norte
É-me impossível permanecer cristalizado
Nesses grilhões de oníricas imagens de antanho
Sonho com as luzes da manhã viver casado
Sonho a vida ardente, e sem tamanho
Quero a vida na forma dos meus devaneios
Esgarçando limites, rompendo estruturas
Explodindo no âmago, e por todos os meios
De amplos espaços e portas sem fechaduras
Anseio pelo corpo da vida, já!
Sobre o meu deitado, ou justaposto
Para juntos nos encontrarmos lá
Onde se torna uno o composto!
Tádzio Nanan
acordes: Bm F#m E F#m
G D C D
Caem as cortinas de uma era
Os paradigmas estão todos exauridos
E reinventar-se é a vontade mais sincera
Pro porvir não repetir os tempos idos
Fecham-se os portões desse museu
Que guardou tantos anos de dores e alegrias
De uma miríade de trajetos que sou eu:
Horas, desoras; acertos e arriscadas vias...
Vedam-se as câmaras desse mausoléu
Separando o que é vida e o que é morte
As estrelas de outrora não brilham mais no céu
Só as sementes do amanhã serão meu norte
É-me impossível permanecer cristalizado
Nesses grilhões de oníricas imagens de antanho
Sonho com as luzes da manhã viver casado
Sonho a vida ardente, e sem tamanho
Quero a vida na forma dos meus devaneios
Esgarçando limites, rompendo estruturas
Explodindo no âmago, e por todos os meios
De amplos espaços e portas sem fechaduras
Anseio pelo corpo da vida, já!
Sobre o meu deitado, ou justaposto
Para juntos nos encontrarmos lá
Onde se torna uno o composto!
Tádzio Nanan
MILLÔNIANA DO DIA:
A gente só consegue mudar o mundo se mudar o comportamento humano; o diabo é que, para mudar o comportamento humano, antes é preciso mudar o mundo!
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
domingo, 4 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
MILLÔNIANA DO DIA:
O que a gente chama de espírito humano, geralmente, não é mais que uma incomensurável teimosia
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quinta-feira, 1 de julho de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Se você viver cada dia como se fosse o último, jamais produzirá qualquer coisa relevante na vida
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 30 de junho de 2010
MELHORES FILMES VISTOS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2010
SUGESTÕES PARA OS DEMAIS APAIXONADOS POR CINEMA
por Tádzio Nanan
Os desafinados (Walter Lima Jr.)
Uma lição de amor (Jessie Nelson)
Across the universe (Julie Taymor)
Invictus (Clint Eastwood)
Aos treze (Catherine Hardwicke)
Appaloosa (Ed Harris)
Água negra (Walter Salles)
O céu de Suely (Karim Ainouz)
O terminal (Steven Spielberg)
Roubando vidas (D. J. Caruso)
Atos que desafiam a morte (Gillian Armstrong)
K-19, the widowmaker (Kathryn Bigelow)
O peso da água (Kathryn Bigelow)
Sherlock Holmes (Guy Ritche)
Nine (Rob Marshall)
Abraços partidos (Pedro Almodovar)
Amor sem escalas (Jason Reitman)
Magnólia (Paul Thomas Andersen)
Nazarin (Luís Bunuel)
Dança com lobos (Kevin Costner)
Rashomon (Akira Kurosawa)
Shine – Brilhante (Scott Hicks)
Meu pé esquerdo (Jim Sheridan)
Avatar (James Cameron)
Guerra ao terror (Kathryn Bigelow)
O mistério das duas irmãs (Charles, Thomas Guard)
Confissões de Schimidt (Alexander Payne)
Ali (Michael Mann)
Vestido de noiva (Joffre Rodrigues)
O primeiro dia (Walter Salles)
Cinco covas no Egito (Billy Wilder)
500 dias com ela (Marc Webb)
O casamento (Arnaldo Jabor)
Atividade paranormal (Oren Peli)
Distrito 9 (Neil Bloomkamp)
Pacto de justiça (Kevin Costner)
Lavoura arcaica (Luiz Fernando Carvalho)
O vestido (Paulo Thiago)
A órfã (Jaume Collet-Serra)
Kill Bill 2 (Quentin Tarantino)
A cor púrpura (Steven Spielberg)
Filme de amor (Júlio Bressane)
Quero ser John Malkovich (Spike Jonze)
Os doze condenados (Robert Aldrich)
Pulp Fiction (Quentin Tarantino)
Saraband (Ingmar Bergman)
À deriva (Heitor Dhália)
Celebridades (Woody Allen)
A fonte da vida (Darren Aronofsky)
Solaris (Andrei Tarkovsky)
Terra dos mortos (George Romero)
Bastardos inglórios (Quentin Tarantino)
Maus hábitos (Pedro Almodovar)
Um ato de liberdade (Edward Zwick)
Dia dos mortos (George Romero)
Dúvida (John Patrick Shanley)
Má educação (Pedro Almodovar)
Império dos sonhos (David Lynch)
por Tádzio Nanan
Os desafinados (Walter Lima Jr.)
Uma lição de amor (Jessie Nelson)
Across the universe (Julie Taymor)
Invictus (Clint Eastwood)
Aos treze (Catherine Hardwicke)
Appaloosa (Ed Harris)
Água negra (Walter Salles)
O céu de Suely (Karim Ainouz)
O terminal (Steven Spielberg)
Roubando vidas (D. J. Caruso)
Atos que desafiam a morte (Gillian Armstrong)
K-19, the widowmaker (Kathryn Bigelow)
O peso da água (Kathryn Bigelow)
Sherlock Holmes (Guy Ritche)
Nine (Rob Marshall)
Abraços partidos (Pedro Almodovar)
Amor sem escalas (Jason Reitman)
Magnólia (Paul Thomas Andersen)
Nazarin (Luís Bunuel)
Dança com lobos (Kevin Costner)
Rashomon (Akira Kurosawa)
Shine – Brilhante (Scott Hicks)
Meu pé esquerdo (Jim Sheridan)
Avatar (James Cameron)
Guerra ao terror (Kathryn Bigelow)
O mistério das duas irmãs (Charles, Thomas Guard)
Confissões de Schimidt (Alexander Payne)
Ali (Michael Mann)
Vestido de noiva (Joffre Rodrigues)
O primeiro dia (Walter Salles)
Cinco covas no Egito (Billy Wilder)
500 dias com ela (Marc Webb)
O casamento (Arnaldo Jabor)
Atividade paranormal (Oren Peli)
Distrito 9 (Neil Bloomkamp)
Pacto de justiça (Kevin Costner)
Lavoura arcaica (Luiz Fernando Carvalho)
O vestido (Paulo Thiago)
A órfã (Jaume Collet-Serra)
Kill Bill 2 (Quentin Tarantino)
A cor púrpura (Steven Spielberg)
Filme de amor (Júlio Bressane)
Quero ser John Malkovich (Spike Jonze)
Os doze condenados (Robert Aldrich)
Pulp Fiction (Quentin Tarantino)
Saraband (Ingmar Bergman)
À deriva (Heitor Dhália)
Celebridades (Woody Allen)
A fonte da vida (Darren Aronofsky)
Solaris (Andrei Tarkovsky)
Terra dos mortos (George Romero)
Bastardos inglórios (Quentin Tarantino)
Maus hábitos (Pedro Almodovar)
Um ato de liberdade (Edward Zwick)
Dia dos mortos (George Romero)
Dúvida (John Patrick Shanley)
Má educação (Pedro Almodovar)
Império dos sonhos (David Lynch)
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