quarta-feira, 1 de abril de 2020

reflexões, por tdzn


Faltou Cristo ensinar que é urgente oferecer perdão e amor mesmo àqueles que se contentam com nosso pesar e se entristecem com nossa alegria (apenas contradições do humano em nós; preocupar-se demais com isso não é um tanto de vaidade nossa?). Ofereçamos perdão e amor a estas almas aviltadas (entre estas almas se contarão as nossas, também?), e provavelmente elas conseguirão ir se curando sozinhas, devagarinho.

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Não sei se é exagero meu, mas a mulher, que indubitavelmente nasceu para as delicadezas da vida (o amor, a empatia, o cuidado etc.), deveria mesmo era ser treinada para a guerra, dado o mundo em que vivemos (a mulher tem de ser mais “dura na queda” que os próprios homens; mimá-las é um desserviço a elas mesmas)!

terça-feira, 31 de março de 2020

segunda-feira, 30 de março de 2020

domingo, 29 de março de 2020

sábado, 28 de março de 2020

sexta-feira, 27 de março de 2020

reflexão, por tdzn


A impressão que tenho é que o novo coronavírus desmascarou de vez o Brasil em sua cruel iniquidade socioeconômica, em sua flagrante contradição civilizatória, em sua flagrante fragilidade existencial: miséria, pobreza, desemprego(cerca de 12 milhões de pessoas!), informalidade(cerca de 40 milhões de trabalhadores!), falta de saneamento básico, precariedade das moradias populares, dificuldades de acesso aos serviços de saúde, baixo nível salarial, famílias enfrentando gravíssimas dificuldades financeiras, etc.

E não apenas o Brasil, a própria civilização ficou desnuda, também, diante das inúmeras carências socioeconômicas, da desigualdade extrema que grassa mundo afora. O novo vírus evidenciou a grande mentira na qual vivemos: esta civilização não é para todos, mas para pouquíssimos privilegiados; a civilização do dinheiro e do consumo, dos ridículos –e nocivos- ideais de luxo, riqueza, sucesso, distinção.

O que fazer, então? Urgentemente, ousar a construção de uma nova convivência/existência coletiva cujo fulcro seja a saúde (física, mental, emocional) das pessoas, a felicidade (de todos os grupos humanos), a sabedoria (nas escolhas pessoais e coletivas), a sustentabilidade (ambiental, econômica, social), a solidariedade, a compaixão e o comedimento!

terça-feira, 24 de março de 2020

delírio do dia(?), por tdzn

A existência (energia, matéria, vida, consciências) é um jogo que surge espontaneamente, se inicia automaticamente e se joga autônoma e irrevogavelmente, em todas as suas possibilidades (é um jogo que tende ao infinito). Não, não foi deus o criador dele: deus é apenas um dos personagens previstos em seu código-fonte; e virtual, como qualquer um de nós ou qualquer outra coisa existente!

quinta-feira, 19 de março de 2020

sábado, 7 de março de 2020

Homenagem ao Dia Internacional da Mulher, por LCNanan


Sobrepondo-se à opressão e exploração (atávica e da falsa modernidade) ela resplandece mulher, sorrisos e lágrimas de incansável dedicação, responsabilidade, perdão, fazendo o jardim da terra reflorescer e a vida valer “a pena e a dor de ser vivida”.

quinta-feira, 5 de março de 2020

quarta-feira, 4 de março de 2020

mess.age, por tdzn


Para entender melhor o espírito desta postagem, devemos atentar para o machismo, a homofobia, a intolerância religiosa(sim!), enfim, para o tenebroso discurso de ódio contido em variadas passagens da Bíblia, sem esquecer de outras tantas ideias ridículas do ponto de vista científico vendidas como verdades, que apenas servem para propagar a mentira, a ignorância e o obscurantismo. É preciso contextualizar tal obra, claro, mas, por que não a denunciar também no que ela tem de hediondo e mistificador?

terça-feira, 3 de março de 2020

reflexões, por tdzn


Seu maior inimigo não é o outro sexo, a outra raça, o abastado, o crente de outra fé, o estrangeiro, seu maior inimigo não são pessoas, mas as instituições humanas: construções sociais, sistemas de ideias e tradições, elevadas à categoria de verdades naturais e imutáveis. Não lute (apenas) contra pessoas individuais, mas contra sistemas ideológicos que moldam e emolduram os coletivos de pessoas.


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Uns são pegos de surpresa pelo desamor e, horrorizados e desesperados, matam, morrem.
Outros, tendo paulatinamente entendido o sórdido quebra cabeça da miserável convivência, vão assimilando a realidade ferina uma pecinha por vez, assim, evitam o choque e a loucura, traçam planos de voo e sobrevivem.


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Existe amor, verdadeiramente, neste lar chamado [seu nome]?
Existe Deus, verdadeiramente, nesta igreja chamada [seu nome]?
Existe compaixão, verdadeiramente, neste evangelho chamado [seu nome]?
Ou só uma profusão de mentiras?

segunda-feira, 2 de março de 2020

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

reflexões, por tdzn


Tenebroso e contraditório, isto tudo (universo, vida, homem) não pode ter sido criado por um Deus onipotente e onibenevolente (um ser com tais características criaria outra coisa totalmente diferente)!
E se Deus não é onipotente e/ou onibenevolente, então, obviamente, não há um deus, só física.
Assim, o único deus que existe é o acaso, e é em honra a ele que crentes de todas as religiões ajoelham-se diariamente, enganados.


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MILLONIANA:

Deus são algoritmos quânticos.
Para entender (e encontrar com) Deus não vá à igreja: vá à universidade (cursar física ou matemática)!


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Para mim, a coisa mais interessante da vida é conhecer a crua realidade dos fatos, ainda que possa ser dura e difícil. É a condição necessária para que eu possa ser feliz.
Não suporto a mentira dos hipócritas, manipuladores e mistificadores. Preciso dar o nome adequado às coisas: mortalidade, precariedade, contradição, acaso, dúvida, falta, desamor...
Felicidades adocicadas e falsas (divindades, perfeições, utopias, paraísos) apenas espalham mais sombras mundo afora, gerando constantemente novas mentiras para justificar mentiras velhas.
Conhecer a real natureza das coisas, a verdade por trás das aparências, para mim, é o único caminho para a felicidade!
Cogito que para o resto das pessoas, também.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020