O encontro das almas de duas pessoas é o que há de mais bonito: o encontro de dois infinitos!
quarta-feira, 9 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
PENSAMENTO DO DIA, por tádzio nanan
Têm belezas que enfeitiçam as inteligências; outras belezas, superiores, enfeitiçam inteligências e corações; a beleza que o Chico Buarque de Hollanda traz ao mundo é ainda mais cabal e plena: ela ganha invencivelmente inteligências, corações e almas; em mim, particularmente, o Chico enseja uma avalanche emocional e um enternecimento profundo; além de genial, eu acho o Chico comovente!
domingo, 6 de março de 2016
PENSAMENTOS DO DIA, por tádzio nanan
Se você não sair de dentro de si, do vácuo das horas, para buscar a vida, corajosamente, no infinito arco de possibilidades onde ela se espraia, esteja certo: ela não fará a cortesia de vir até você, para buscá-lo!
*
Essa tremenda determinação humana para chegar a algum lugar, quando, na verdade, na verdade, não há lugar algum que se possa chegar!
*
Cada um de nós em relação a nós mesmos tornamo-nos dia a dia mais cultos, conhecedores, experientes. Cada um de nós em relação ao conjunto dos homens, em relação à civilização humana, ficamos dia a dia mais obsoletos, despreparados (e desamparados!)
sábado, 5 de março de 2016
PENSAMENTO (POÉTICO) DO DIA, por tádzio nanan
A alegria é leve, é pluma, evola-se, ganha os céus, o infinito.
O sofrimento, não, pesa feito chumbo, fica cravado no chão, chamando por mais sofrimento.
Agora, imagine as colossais cargas de padecimento e pesar presas a este chão que pisamos...
É uma força invisível e nefasta - o inconsciente coletivo da dor, a nos impedir de ser alegres!
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
MELHORES FILMES VISTOS EM FEVEREIRO DE 2016, por tádzio nanan
Sicário – terra de ninguém (Denis Villeneuve)
Fome de viver (Tony Scott)
Blade Runner – o caçador de androides (Ridley Scott)
A liberdade é azul (Krzysztof Kieslowsky)
A igualdade é branca (Krzysztof Kieslowsky)
O iluminado (Stanley Kubrick)
O silêncio dos inocentes (Jonathan Demme)
O exorcista (William Friedkin)
Noivo neurótico, noiva nervosa (Woody Allen)
Star Wars – o império contra-ataca (Irvin Kershner)
O bebê de Rosemary (Roman Polanski)
Match Point (Woody Allen)
Perdidos na noite (John Schlesinger)
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
(PRE)VISÃO, por tádzio nanan
O
homem, este nada, prenhe de tudo!
O
futuro virá de nós e nos legará o passado.
E
o sentido de nossa existência estará decifrado.
Sempre
estivemos de passagem, na cósmica viagem.
Somos
germe, semente para glórias ulteriores à gente.
A
pedra, o fundamento para o definitivo entendimento.
Somos
a estrada; o destino é algo inaudito.
O
universo não quer mais ouvir
Nosso
incômodo grito.
Somos
o meio; o fim é algo inominado.
Tudo
urge ser reinventado.
Ponte
para o desconhecido,
Para
aquilo que, sorrateiramente,
Vem
senso urdido.
Ponto
de inflexão; umbral da infinitude,
De
um paradigma que não caduca
Nem
se ilude.
Ponto
de viragem; umbral da infinidade,
Quando
as coisas não terão mais idade.
Consciência
grávida de outras formas de consciência.
(Antes,
nós éramos a urgência...).
Coisa
inefável, ver o destino na iminência de ocorrer, maior e mais bonito:
Somos ventre para o infinito!
domingo, 21 de fevereiro de 2016
PENSAMENTO DO DIA, por tádzio nanan
Pensando melhor, a consciência, ininterruptamente
ativa, é o vício mais abominável, a presunção mais ridícula!
sábado, 20 de fevereiro de 2016
PENSAMENTO DO DIA, por tádzio nanan
queria explicar mas não posso, a palavra não chega
queria saber mas não posso, a inteligência é cega
queria sentir mas não posso, o coração me nega
queria esconder mas não posso, a alma entrega
queria lutar mas não posso, o corpo enverga
queria fugir mas não posso, o destino me pega
queria voar mas não posso, a realidade me prega
queria voar mas não posso, a realidade me prega
queria explodir mas não posso, o amor me sossega
queria enfrentar mas não posso, sou contra a refrega
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
QUIMERA, por tádzio nanan
O homem é uma esperançosa ideia:
As coisas têm propósito, têm sentido!
Não pode ser em vão nossa epopeia,
Tudo o que foi, tudo o que tem sido!
Tantas coisas extraordinárias nós vimos...
Tanta luz e esplendor, tamanho encantamento...
Choramos as desventuras; a alegria, rimos...
Para, no fim, tudo ser levado embora pelo vento?!
Sim! Somos breve fulgir, apenas lampejo...
Doído sonho, não é maior que isso a vida...
Quimérico, apesar de ardente, o desejo
De ver a face de deus na nossa refletida!
A condição humana é de fugacidade.
Nossa tradução é a inconstante vaga.
O verbo se enamora da imortalidade
Mas, na gente a luz vacila... E apaga!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
PENSAMENTOS (POÉTICOS) DO DIA, por tádzio nanan
eu sou este, mas preferiria ser alguém mais a leste
eu sou este e vários - possuo alma e coração multitudinários
eu sou este e outros – que correm dentro de mim, inominados e loucos
é tudo tão contingente... ser gente!
O que não sou, seria
Se os acasos da vida perdessem a hora
O que não sou, serei
Quando o tempo dobrar as esquinas, o círculo se fechar, e tudo recomeçar
Quando eu acordar, exausto do que sou, e buscar por todos aqueles que passam ao largo de mim, que me são distantes, eu serei no futuro apenas o que já tinha sido antes
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
INVENTOR DE MIM, por tádzio nanan
Muita gente é previsível resultado do meio
Muita gente não diz a que veio
Muita gente vem do medo, para o medo
Nem é gente, de verdade:
É arremedo
Muita gente vem da treva, para a treva
Nem é gente, de verdade:
É selva
Muita gente não transcende suas circunstâncias
E entre elas e a vida vão se abrindo
Insuperáveis distâncias
Repetem palavras, gestos, passos
Almas tímidas, corações escassos
Muita gente é parafuso para essa odiosa engrenagem
Esquece que é fogo e linguagem
É argamassa e tijolo para essa construção social
Vive sem tomar posição
No embate entre o bem e o mal
Está orgulhosa de si
Dos haveres conquistados
Mas, à noite, tenta em vão esquecer
Os sonhos defenestrados
Já eu sou inventor de mim mesmo
Me inventei soldado
Para celebrar, no coração do inimigo,
A paz do Crucificado
Me inventei com asas:
Astronauta, super-herói, passarinho
Para preencher com azul
A falta do teu carinho
Me inventei poeta
Para ampliar meus horizontes
Construindo rimas
Construindo pontes
Me inventei mistério,
Os silêncios e as reticências da vida...
Tudo que for inominável
Me devora e engravida
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
PENSAMENTO DO DIA, por tádzio nanan
Raios de luz, sementes de esperança, a palavra nos
faz sonhar.
Já os números, implacáveis, nos trazem de volta à austera e penosa realidade.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
QUERO A VIDA, por tádzio nanan
Quero a vida desobediência
Vento pra outros moinhos
Passo pra novos caminhos
Expansão da consciência
Quero a vida gargalhada
A verdade, circunspecta
Nesse desafio detecta
Sua fatal derrocada
Quero a vida ilusão
Palco, livro, cinema
Viver de escrever poema
E emprenhar solidão
Quero a vida utopia
Pra não apequenar minha jornada
E não reduzir tudo a nada
Porque ela me faz companhia
Quero a vida brincadeira
Gracejo e gozação
Zombar do bispo e do patrão
No fogo da bebedeira
Quero a vida mistério
Só creio no sol e na lua
A verdade nua e crua
É a paz do cemitério
Quero a vida encontro
De almas, corpos e mãos
De todos os sins e todos os nãos
Num dialético ponto
Quero a vida orgástica
Pequenas mortes, ressurreições
Cotidianos tédios, revoluções
Numa espiral estocástica
Quero a vida estação
Um sobe e desce de gente
É tão inútil e urgente
A civilização
Quero a vida um elo
Entre o que as coisas são
E seu devir
Para tudo coexistir
Quero a vida entrega
Ao que o coração quiser
Porque é melhor ter fé
Que uma razão cega
Quero a vida maça
Inseminando o pecado
No ventre imaculado
Desta linda manhã
Vento pra outros moinhos
Passo pra novos caminhos
Expansão da consciência
Quero a vida gargalhada
A verdade, circunspecta
Nesse desafio detecta
Sua fatal derrocada
Quero a vida ilusão
Palco, livro, cinema
Viver de escrever poema
E emprenhar solidão
Quero a vida utopia
Pra não apequenar minha jornada
E não reduzir tudo a nada
Porque ela me faz companhia
Quero a vida brincadeira
Gracejo e gozação
Zombar do bispo e do patrão
No fogo da bebedeira
Quero a vida mistério
Só creio no sol e na lua
A verdade nua e crua
É a paz do cemitério
Quero a vida encontro
De almas, corpos e mãos
De todos os sins e todos os nãos
Num dialético ponto
Quero a vida orgástica
Pequenas mortes, ressurreições
Cotidianos tédios, revoluções
Numa espiral estocástica
Quero a vida estação
Um sobe e desce de gente
É tão inútil e urgente
A civilização
Quero a vida um elo
Entre o que as coisas são
E seu devir
Para tudo coexistir
Quero a vida entrega
Ao que o coração quiser
Porque é melhor ter fé
Que uma razão cega
Quero a vida maça
Inseminando o pecado
No ventre imaculado
Desta linda manhã
domingo, 31 de janeiro de 2016
A PEQUENA VIDA, por tádzio nanan
A vida arrancou-me de mim, como um jardineiro
insensato que extirpa do jardim a flor mais bela.
A vida subtraiu-me de mim, como um torturador que se
apossa da alma de sua vítima, inoculando nela o vírus mortal do desespero.
Fraturado, perdido de mim, vago fantasmagoricamente
através das horas, sem rosto, passado ou futuro, corpo sem alma, anjo caído,
sonho vencido.
A vida, a pequena vida, vampirizou minha existência.
Sugou o meu melhor: minha faculdade de imaginar e produzir o novo. Com as
bestiais presas, sorveu minha força vital produzindo mais um soldado para seu
exército de bestas-feras, autômatos e dementes.
Os tortuosos caminhos da vida me levaram para longe de
mim, de minha chama, de minhas virtudes, de minha essência; levaram-me para longe
de onde eu queria estar, enraizar, frutificar e frondosamente existir.
A vida, a pequena vida, arrancou de mim minhas
possibilidades, meu porvir. No vácuo que se abriu plantou suas acanhadas certezas,
as mediocridades e os cataclismos que lhe são peculiares. Eu que era espírito,
e não carne; luz, e não sombra; sonho, e não ambição; brisa, e não ventania;
flor, e não pedra; afago, e não golpe. Eu que era todo rima, melodia, hoje sou
contabilista de tristezas, guardador de desilusões.
Eu morri da vida e suas urgências, contradições,
constrangimentos, perseguições. A vida triunfou sobre mim, a pequena vida, a
vida-clichê, a vida tornada dogma, a vida que todo mundo espera de cada um.
E cá estou eu parindo simulacros de mim mesmo.
Ai que saudades eu tenho de mim, do que eu era.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
MELHORES FILMES VISTOS EM JANEIRO DE 2016, por tádzio nanan
Furyo – em nome
da honra (Nagisa Oshima)
Zelig (Woody
Allen)
Tiros na
Broadway (Woody Allen)
Sócrates (Roberto
Rossellini)
Batismo de
sangue (Helvécio Ratton)
Um dia muito
especial (Ettore Scola)
Perdido em
Marte (Ridley Scott)
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
OS OUTROS, EU; por tádzio nanan
Alguns vão embora pra longe; eu fui embora pra dentro.
Alguns caem no precipício; eu caio pra cima, pro céu, pras nuvens, pro infinito.
Alguns vivem 50 anos em 5; “meu tempo é quando”: quando eu quiser, der vontade, for de verdade...
Alguns fogem para não se encontrar; os outros me encontraram antes que eu o fizesse.
A maioria prefere viver anestesiada (de religião, dinheiro, drogas...); eu escolhi conviver -e evoluir- com a dor.
A maioria prefere viver sendo adestrada; eu mergulhei no caos para descobrir o novo.
A maioria vive do corpo pra fora; eu vivo da alma pra dentro.
Alguns fingem se preocupar com todo mundo, mas só se preocupam consigo mesmos; minhas únicas preocupações são com o futuro e o nascituro.
Alguns anseiam por encontrar Jesus depois de mortos; depois de morto, vou me separar dele.
Alguns amanhecem, outros anoitecem; eu sou a vigésima quinta hora.
Alguns chovem, outros ardem; eu sou a quinta estação.
*
(para rir. ao menos, tente)
Alguns superam mil obstáculos; eu sequer superei o trauma do meu nascimento...
Alguns vão voando para o futuro; um de meus avoengos foi Ícaro...
Alguns estão famintos, outros já nascem saciados; eu estou de regime...
A maioria se acha o centro do universo; eu sequer acho o meu centro...
Alguns vivem no limite; estar vivendo é o meu limite...
Alguns partem pra cima da vida; eu entro em clinche...
Alguns são o sal da terra, a luz do mundo; eu sou o mal-estar na civilização...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
ORAÇÃO PARA 2016, por tádzio nanan
A TODOS OS NAVEGANTES QUE APORTARAM NESTE SÍTIO DE POESIA E PENSAMENTO, INTENCIONAL OU ACIDENTALMENTE, MEUS VOTOS DE FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!
*Inspirado na Oração de São Francisco
"Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz..."
Fazei de minhas escolhas exemplo de compromisso com a coletividade humana e o futuro;
Fazei de minhas ações elogio à justiça, à sensatez, ao entendimento entre os homens;
Fazei de meu existir viva e pulsante oração às sagradas forças do mundo – Deus, Natureza, o Espírito do Tempo, o Eu Profundo de cada um de nós;
Fazei de minha inteligência instrumento a serviço da verdade;
Fazei de minha força – corpórea, intelectual, espiritual, potentes raios de luz no combate à mentira e à opressão;
Fazei de meu coração o templo sagrado de meus amores e amigos, disponível também a quem mais precisar de diálogo e ajuda;
Fazei de meus passos um novo alvorecer, o transparecer de novos caminhos, a nos afastar das sendas do ódio e da intolerância;
Fazei de meus braços refúgio para os que sofrem e são perseguidos;
Fazei de minhas palavras chuva fertilizando os corações mais áridos, para que neles volte a brotar a generosidade;
Fazei-me sábio para entender que minhas verdades não são verdades universais. Estas dizem respeito ao conjunto dos homens, à totalidade de afetos, ideias e ideais humanos.
"Ó MESTRE, FAZEI..."
Que eu não espere o dia em que o mundo acordará pacificado: que eu seja o agente e guardião da paz no mundo;
Que eu me disponha a amar e compreender, antes de exigir amor e compreensão; que eu ame o diferente de mim e compreenda o que se imagina estranho;
Que eu não espere forças outras intervirem em minha vida: que eu mesmo seja a força benéfica intervindo na minha vida e na vida do meu semelhante;
Que eu não espere o perdão: que eu o ofereça, o dissemine, o ensine;
Que eu não espere tanto dos outros ou da vida e sim de mim mesmo - eu posso me transformar, transformar os outros, transformar a vida para melhor;
Que eu enfrente antes de me resignar;
Que eu aja antes de reclamar;
Que eu ofereça antes de pedir;
Que eu aprenda a sentir amor antes de o exigir;
Que eu me coloque no lugar do outro, antes de julgá-lo;
Que eu peça o bem para toda a gente, antes de pedi-lo para mim e para os meus;
Que eu me associe ao inadiável trabalho de construir e preservar o MELHOR DO MUNDO!
*Inspirado na Oração de São Francisco
"Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz..."
Fazei de minhas escolhas exemplo de compromisso com a coletividade humana e o futuro;
Fazei de minhas ações elogio à justiça, à sensatez, ao entendimento entre os homens;
Fazei de meu existir viva e pulsante oração às sagradas forças do mundo – Deus, Natureza, o Espírito do Tempo, o Eu Profundo de cada um de nós;
Fazei de minha inteligência instrumento a serviço da verdade;
Fazei de minha força – corpórea, intelectual, espiritual, potentes raios de luz no combate à mentira e à opressão;
Fazei de meu coração o templo sagrado de meus amores e amigos, disponível também a quem mais precisar de diálogo e ajuda;
Fazei de meus passos um novo alvorecer, o transparecer de novos caminhos, a nos afastar das sendas do ódio e da intolerância;
Fazei de meus braços refúgio para os que sofrem e são perseguidos;
Fazei de minhas palavras chuva fertilizando os corações mais áridos, para que neles volte a brotar a generosidade;
Fazei-me sábio para entender que minhas verdades não são verdades universais. Estas dizem respeito ao conjunto dos homens, à totalidade de afetos, ideias e ideais humanos.
"Ó MESTRE, FAZEI..."
Que eu não espere o dia em que o mundo acordará pacificado: que eu seja o agente e guardião da paz no mundo;
Que eu me disponha a amar e compreender, antes de exigir amor e compreensão; que eu ame o diferente de mim e compreenda o que se imagina estranho;
Que eu não espere forças outras intervirem em minha vida: que eu mesmo seja a força benéfica intervindo na minha vida e na vida do meu semelhante;
Que eu não espere o perdão: que eu o ofereça, o dissemine, o ensine;
Que eu não espere tanto dos outros ou da vida e sim de mim mesmo - eu posso me transformar, transformar os outros, transformar a vida para melhor;
Que eu enfrente antes de me resignar;
Que eu aja antes de reclamar;
Que eu ofereça antes de pedir;
Que eu aprenda a sentir amor antes de o exigir;
Que eu me coloque no lugar do outro, antes de julgá-lo;
Que eu peça o bem para toda a gente, antes de pedi-lo para mim e para os meus;
Que eu me associe ao inadiável trabalho de construir e preservar o MELHOR DO MUNDO!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
MELHORES FILMES VISTOS EM 2015, por tádzio nanan
Whiplash
O Hobbit III
Nebraska
Birdman
Livre
Foxcatcher
Sniper americano
A teoria de tudo
Os miseráveis (2012)
Boyhood
Relatos selvagens
Anna Karenina (2012)
Kingsman – o serviço secreto
Timbuktu
Deixa ela entrar
Somos o que somos
O massacre da serra elétrica (1974)
Êxodo: deuses e reis
Contatos imediatos do terceiro grau
A dança dos vampiros
Ano passado em Marienbad
Leviatã
Pat Garret e Billy the kid
A palavra
O ano mais violento
Vício inerente
Uma viagem extraordinária
Mad Max – estrada da fúria
O mercador de Veneza
O mágico de Oz
Monty Python em busca do cálice sagrado
A noviça rebelde
Dois dias, uma noite
Selma
A tortura do medo
Quem tem medo de Virgínia Woolf?
Monty Python – a vida de Brian
Para sempre Alice
Que horas ela volta?
O que terá acontecido a Baby Jane?
Missão impossível: nação secreta
O jogo da imitação
O abutre
Broadway Danny Rose
Memórias
Bata antes de entrar
Divertida Mente
Os reis do iê, iê, iê
Paisà
Alemanha, ano zero
O Hobbit III
Nebraska
Birdman
Livre
Foxcatcher
Sniper americano
A teoria de tudo
Os miseráveis (2012)
Boyhood
Relatos selvagens
Anna Karenina (2012)
Kingsman – o serviço secreto
Timbuktu
Deixa ela entrar
Somos o que somos
O massacre da serra elétrica (1974)
Êxodo: deuses e reis
Contatos imediatos do terceiro grau
A dança dos vampiros
Ano passado em Marienbad
Leviatã
Pat Garret e Billy the kid
A palavra
O ano mais violento
Vício inerente
Uma viagem extraordinária
Mad Max – estrada da fúria
O mercador de Veneza
O mágico de Oz
Monty Python em busca do cálice sagrado
A noviça rebelde
Dois dias, uma noite
Selma
A tortura do medo
Quem tem medo de Virgínia Woolf?
Monty Python – a vida de Brian
Para sempre Alice
Que horas ela volta?
O que terá acontecido a Baby Jane?
Missão impossível: nação secreta
O jogo da imitação
O abutre
Broadway Danny Rose
Memórias
Bata antes de entrar
Divertida Mente
Os reis do iê, iê, iê
Paisà
Alemanha, ano zero
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
NO ANIVERSÁRIO DE 99 ANOS DE LAÍS AYRES BARREIRA, UMA SINGELA HOMENAGEM; por tádzio nanan
Uma vida iluminada, sonhada e vivida imensamente.
Alegria de viver, compartilhar, aprender e ensinar.
Laís é a prova cabal de como é bom e faz bem amar
A vida, as pessoas, e sonhar, sonhar incansavelmente.
Uma vida cujo fulcro é a firmeza de caráter, a inteligência;
A capacidade de superar obstáculos, de eticamente resistir;
De chorar seu quinhão de lágrimas, mas logo voltar a sorrir;
Rir do passar do tempo, da adversidade, da prepotência.
Uma vida tornada indispensável pela generosidade.
Seu coração é santuário a acolher toda a gente.
Seu exemplo de retidão e de luta é esperançosa semente
De novos tempos, de mais justiça e amorosidade.
Laís, 99 anos de desafios corajosamente vencidos;
99 anos de caminhos ladrilhados com sabedoria;
99 anos fazendo de cada instante uma alegria,
Um elogio à vida, a ideais cobardemente esquecidos.
Um dia, Laís há de virar passarinho, virar flor;
Há de virar ditado popular: alegre como a Laís;
Há de virar sinônimo de bondade, e divinal raiz
De singularíssima árvore cujo fruto é o amor!
Alegria de viver, compartilhar, aprender e ensinar.
Laís é a prova cabal de como é bom e faz bem amar
A vida, as pessoas, e sonhar, sonhar incansavelmente.
Uma vida cujo fulcro é a firmeza de caráter, a inteligência;
A capacidade de superar obstáculos, de eticamente resistir;
De chorar seu quinhão de lágrimas, mas logo voltar a sorrir;
Rir do passar do tempo, da adversidade, da prepotência.
Uma vida tornada indispensável pela generosidade.
Seu coração é santuário a acolher toda a gente.
Seu exemplo de retidão e de luta é esperançosa semente
De novos tempos, de mais justiça e amorosidade.
Laís, 99 anos de desafios corajosamente vencidos;
99 anos de caminhos ladrilhados com sabedoria;
99 anos fazendo de cada instante uma alegria,
Um elogio à vida, a ideais cobardemente esquecidos.
Um dia, Laís há de virar passarinho, virar flor;
Há de virar ditado popular: alegre como a Laís;
Há de virar sinônimo de bondade, e divinal raiz
De singularíssima árvore cujo fruto é o amor!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
A VIDA É MESMO ASSIM..., por tádzio nanan
A vida é mesmo assim, insuficiente. Limites, constrangimentos, restrições. Dia após dia, mais do mesmo. O silêncio acovardado. O óbvio acostumado. O exaustivo recorrente!
A vida é mesmo assim, ilógica. E quanto mais razão pomos nas coisas, quanto mais racionalizamos a vida, algo se perde no caminho, se evapora - talvez o próprio sentido das coisas, o próprio sentido da vida... - e apenas mais absurda, perigosa e insustentável ela fica!
A vida é mesmo assim, escassa. A glória, a plenitude são para escolhidos. Para o resto de nós o destino nada traz, nada oferece, a nada orienta. E de nada em nada, inútil e baldadamente, a vida passa!
A vida é mesmo assim, irrazoável. Sua teia tece tal complexa trama, que a vida que levamos nos parece dia a dia mais estranha, alienante, insuportável!
A vida é mesmo assim, incompleta. Mesmo que alguém lhe jure, não acredite: ninguém nunca entornou a taça da vida repleta!
A vida é mesmo assim, incoerente. Pegue o caso das nossas sociedades, elas civilizam ou barbarizam? Tantas escolhas ao alcance das mãos, muita coisa pra comer, pra vestir, para se ter, se entreter, mas são sociedades de fundamentos frágeis, valores mesquinhos, escolhas estéreis! O essencial da vida - nossa faculdade de sonhar e compartilhar, de nos socorrer e amar - ninguém viu, ninguém vê, posto que ausente!
A vida é mesmo assim, insípida. Você segue a correnteza, acomoda-se às conveniências, se ajoelha ao status quo, ao establishment, se vende, se cala... Mas, será isto viver, será isto o homem, será isto a vida?
A vida é mesmo assim, contraditória. O justo e o injusto, a paz e a guerra, o bem e o mal. Tantos dilemas nos levando para junto do caos e para longe da glória!
A vida é mesmo assim, imperfeita. Por mais que tentemos melhorar, esforçadamente, nem tudo se aprimora, nem tudo chega a bom termo, nem tudo se apruma, se ajeita!
A vida é mesmo assim, pequena. Falta sempre alguma coisa. E se nos motivamos a procurá-la, ela, escorregadia, escapa-nos por entre os dedos. Sempre passando vontade, num eterno estado de necessidade. Se já conquistamos, perdemos. Se já sabíamos, esquecemos... Até o dia - penumbroso ou aliviante? - que saímos de cena!
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