por Tádzio Nanan
para Carolina Nanan
Hoje é aniversário da minha irmã Carolina
Dulcíssima alma, coração a perder de vista
Nobilíssima sábia, filósofa e cientista
Que lições de fé, de paz e amor ensina!
Palmas pra Carol, também conhecida como Capitã
A todo vapor rumo ao futuro, ao progresso
Unindo talento e vocação para atingir o sucesso
Na heróica missão de melhor iluminar o amanhã
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
PENSAMENTOS DA SEMANA
por Tádzio Nanan
Pregar a paz é importante; muito mais importante é vivenciá-la!
Cuide de si, mas nem por isso se descuide dos outros!
O paradoxal é que para viver plenamente há que se morrer vez ou outra (e ressurgir, diferentemente)
A vida será doce se você não tiver o coração amargo
Deus: artista ou autista?
Quanto mais longe a humanidade vai no conhecimento, mais fica perto do começo: DEUS!
Tudo é tão complexo: a vida, a consciência, o universo; e a explicação é uma idéia tão simples: DEUS!
Doeu? Pois pense duas vezes antes de ofender alguém
Um sorriso de apoio e um riso de escárnio: não há na imensidão do mundo forças tão contrárias
Perdoa teus inimigos e evolue com o mal que te fizeram: esta é a melhor vingança
Jesus tinha razão: perdoa teus imigos, esquece o mal que te fizeram
Ser feliz é ter propósitos; ser imensamente feliz é realizá-los
A virtude começa quando termina o desejo
Pregar a paz é importante; muito mais importante é vivenciá-la!
Cuide de si, mas nem por isso se descuide dos outros!
O paradoxal é que para viver plenamente há que se morrer vez ou outra (e ressurgir, diferentemente)
A vida será doce se você não tiver o coração amargo
Deus: artista ou autista?
Quanto mais longe a humanidade vai no conhecimento, mais fica perto do começo: DEUS!
Tudo é tão complexo: a vida, a consciência, o universo; e a explicação é uma idéia tão simples: DEUS!
Doeu? Pois pense duas vezes antes de ofender alguém
Um sorriso de apoio e um riso de escárnio: não há na imensidão do mundo forças tão contrárias
Perdoa teus inimigos e evolue com o mal que te fizeram: esta é a melhor vingança
Jesus tinha razão: perdoa teus imigos, esquece o mal que te fizeram
Ser feliz é ter propósitos; ser imensamente feliz é realizá-los
A virtude começa quando termina o desejo
sábado, 27 de agosto de 2011
RAFAELADAS - MARTELADAS À LA RAFINHA BASTOS
por Tádzio Nanan
O homem, sem a mulher, carece de razão pra viver;
A mulher, sem o homem, só precisa de um consolo...
Mulher de amigo meu pra mim é homem... por isso o coito por trás
A mulher é o animal mais interessante do mundo, pena que seja o mais interesseiro também...
Era só a evolução pôr dentes nas vaginas e os homens, enfim, virariam cordeirinhos...
Os gays não têm nada demais; eles fazem o que dá pra fazer, como todo mundo
É claro que as mulheres não são superiores aos homens – que disparate!
Os homens, estes sim, é que são inferiores às mulheres!!
Viver é a coisa mais estranha que venho fazendo desde que nasci
Tem a lei de Deus, tem a lei dos homens, e, infelizmente, tem a lei do mais forte
Quando a gente começa a compreender a vida, a vida acaba
Quando a gente começa a compreender o mundo, o mundo muda
Quando a gente começa a compreender a mulher, a mulher cansa (da gente)
Os maus têm propensão para enganar; os bons têm propensão para serem enganados; taí uma simples e boa razão para não ter muita fé na humanidade
Só quem pode: a cabeça de cima vai longe, e a de baixo vai fundo...
Os homens se ajoelham pra Deus; as mulheres, pr'os homens...
Eu costumava querer, eu costumava poder, eu costumava fazer, eu costumava saber... pois é, bem-vindo ao envelhecimento!
Os jovens querem mudar o mundo, mas o que realmente acontece, à certa altura, é que o mundo acaba mudando os jovens...
*inspirado em Rafinha Bastos, um grande camarada; repito: um GRANDE CAMARADA... É que ele tem dois metros de altura!
O homem, sem a mulher, carece de razão pra viver;
A mulher, sem o homem, só precisa de um consolo...
Mulher de amigo meu pra mim é homem... por isso o coito por trás
A mulher é o animal mais interessante do mundo, pena que seja o mais interesseiro também...
Era só a evolução pôr dentes nas vaginas e os homens, enfim, virariam cordeirinhos...
Os gays não têm nada demais; eles fazem o que dá pra fazer, como todo mundo
É claro que as mulheres não são superiores aos homens – que disparate!
Os homens, estes sim, é que são inferiores às mulheres!!
Viver é a coisa mais estranha que venho fazendo desde que nasci
Tem a lei de Deus, tem a lei dos homens, e, infelizmente, tem a lei do mais forte
Quando a gente começa a compreender a vida, a vida acaba
Quando a gente começa a compreender o mundo, o mundo muda
Quando a gente começa a compreender a mulher, a mulher cansa (da gente)
Os maus têm propensão para enganar; os bons têm propensão para serem enganados; taí uma simples e boa razão para não ter muita fé na humanidade
Só quem pode: a cabeça de cima vai longe, e a de baixo vai fundo...
Os homens se ajoelham pra Deus; as mulheres, pr'os homens...
Eu costumava querer, eu costumava poder, eu costumava fazer, eu costumava saber... pois é, bem-vindo ao envelhecimento!
Os jovens querem mudar o mundo, mas o que realmente acontece, à certa altura, é que o mundo acaba mudando os jovens...
*inspirado em Rafinha Bastos, um grande camarada; repito: um GRANDE CAMARADA... É que ele tem dois metros de altura!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
PENSAMENTOS DA SEMANA
por Tádzio Nanan
A pós-modernidade refazendo a história, mudando paradigmas, produzindo e destruindo deuses:
Deus pode até ser uma necessidade para muitos, mas a internet, p.ex., é uma necessidade para todos...
Entre mim e Deus só existe um detalhe: a dúvida
Já entre mim e o Homem existe a perplexidade: dele comigo, de mim para ele...
As pessoas são parte do problema, as pessoas são parte da solução, dia sim, dia não...
Muitas pessoas confundem vida com movimento; para estas pessoas “vida interior” não significa nada
Vou escrever algo terrível! Perdoai-me (ou não leias)!
As ilusões do mundo: Paz, Equidade, o Bem, a Felicidade
O mundo das ilusões: Deus, Paraíso, Bem-Aventurança Eterna, Perdão Divino
O que sobra, então, perguntareis: dor, confusão, doença, solidão, morte, ou seja, “som e fúria”
O que fazer, então?? Aumentar o prazer e diminuir a dor, da forma que vós puderdes, conseguirdes, imaginardes...
Você é só mais um entre tantos, e no entanto, é completamente único!
“A morte torna a vida sem sentido”
Tolinhos, na verdade, a morte é que dá sentido à vida!
Tolinhos...
Deus não existe como você pensa: Deus não fala, não vê e não ouve
Deus apenas opera, e opera indiscriminada e matematicamente
Os melhores de nós querem ser justos, solidários, cultos, sábios, livres; os piores, só querem uma coisa: serem ricos!
Razão e emoção: as duas variáveis de uma equação insolúvel: o ser humano
As coisas são tão simples: as coisas acontecem; as coisas são tão complexas: por que acontecem??
O Homem pode até desvender as leis que Deus criou, mas os propósitos Dele são incognoscíveis
O amor entre duas pessoas apaixonadas é lindo; mas, o Amor do Cristo, geral e desinteressado, é a mais bela idéia da História!
A pós-modernidade refazendo a história, mudando paradigmas, produzindo e destruindo deuses:
Deus pode até ser uma necessidade para muitos, mas a internet, p.ex., é uma necessidade para todos...
Entre mim e Deus só existe um detalhe: a dúvida
Já entre mim e o Homem existe a perplexidade: dele comigo, de mim para ele...
As pessoas são parte do problema, as pessoas são parte da solução, dia sim, dia não...
Muitas pessoas confundem vida com movimento; para estas pessoas “vida interior” não significa nada
Vou escrever algo terrível! Perdoai-me (ou não leias)!
As ilusões do mundo: Paz, Equidade, o Bem, a Felicidade
O mundo das ilusões: Deus, Paraíso, Bem-Aventurança Eterna, Perdão Divino
O que sobra, então, perguntareis: dor, confusão, doença, solidão, morte, ou seja, “som e fúria”
O que fazer, então?? Aumentar o prazer e diminuir a dor, da forma que vós puderdes, conseguirdes, imaginardes...
Você é só mais um entre tantos, e no entanto, é completamente único!
“A morte torna a vida sem sentido”
Tolinhos, na verdade, a morte é que dá sentido à vida!
Tolinhos...
Deus não existe como você pensa: Deus não fala, não vê e não ouve
Deus apenas opera, e opera indiscriminada e matematicamente
Os melhores de nós querem ser justos, solidários, cultos, sábios, livres; os piores, só querem uma coisa: serem ricos!
Razão e emoção: as duas variáveis de uma equação insolúvel: o ser humano
As coisas são tão simples: as coisas acontecem; as coisas são tão complexas: por que acontecem??
O Homem pode até desvender as leis que Deus criou, mas os propósitos Dele são incognoscíveis
O amor entre duas pessoas apaixonadas é lindo; mas, o Amor do Cristo, geral e desinteressado, é a mais bela idéia da História!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
FRAGMENTOS POÉTICOS
por Tádzio Nanan
1)
O tempo passa e nos leva aos pedaços: um pouquinho do corpo, um pouquinho da mente, um pouquinho da alma
O tempo passa e nos leva aos pedaços: um pouquinho dos músculos, um pouquinho do coração, um pouquinho da memória
O tempo passa e nos leva aos pedaços: a criança, a lembrança, a esperança, também a coragem
A cada dia, a cada esquina, a cada susto o tempo passa e nos leva; no fim, somos poeira cósmica
A cada noite, no sofá da sala, no jantar com a família o tempo passa e nos leva; somos sombras fugidias
O tempo passa...
Não, ele corre!
O tempo corre com sua disposição atlética, com seu espírito olímpico, deixando-nos para trás, exaustos, com o coração saindo pela boca
O tempo corre com suas pernas titânicas, espalhando luzes e trevas no seu rastro, envolvendo-nos em seu implacável jogo de renovação e morte
O tempo corre...
Não, ele voa!
O tempo voa, mas somos nós quem caímos das alturas, caímos na real: é, o tempo voa, e nós, no máximo, corremos
É, o tempo voa, enquanto caímos na real: caímos nos braços do esquecimento, nos braços do sono, nos braços da noite, cujas vozes é o silêncio, íntimo companheiro de tudo que sonha
Ah, o tempo...
Se passasse mais devagar...
Ou se a gente vivesse mais e melhor...
Ou se a gente aprendesse mais rapidamente a viver, se a gente aprendesse mais rapidamente sobre o tempo, sobre os tempos da vida...
Ou se
Ao menos
A gente aprendesse a passar, a passar simplesmente
Como o tempo...
2)
a moça apaixonou-se pela pessoa errada
e vivia a chorar estrelas com seus olhos noturnos
(outros orientavam-se no escuro com as estrelas que ela chorava, mas ela não se apercebia disso...)
falava sozinha imaginando seu amor abandonado ao sofá da sala, num comuníssimo domingo, lendo o jornal, a ouvi-la tagarelar e a rir-se dela; e compartilhava com este ser imaginário seus cotidianos dramas e alegrias, suas modestas aspirações e inspirações...
antes de dormir, tocava-se com lânguida sensualidade e despia-se num jogo erótico ilusório, sonhando o amante materializado em sua cama, viril mas delicado, a observá-la com paixão: mágica do amor romântico e da imaginação concupiscente...
a moça estava faminta de um corpo
a moça estava sedenta de uma alma
e foi assim que se deixou levar pelas metáforas de um jovem poeta – um poetaço, por quem se apaixonara, perdidamente, sem esperar ou querer, e esperou e quis e quis e esperou e esperou e quis, tudo baldadamente...
sóis e luas vieram e se foram
esperanças cresceram e minguaram
sazões dormiram e acordaram
e nada!
iludiu-se com os mal-entendidos da linguagem
iludiu-se com as miragens dos devaneios
iludiu-se com os calafrios dos desejos
até que, enfim, ela decidiu-se por não esperar mais a pessoa certa e se fez pessoa certa para alguém, e adorou fazer alguém feliz, e foi feliz também
às vezes, as coisas fazem mais sentido quando você desiste delas...
3)
cortaram as árvores de dar sombra
sombras de dormir muito e gostosamente
e sonhar sonhos doces e frutíferos
cortaram as árvores de papear debaixo da copa
e filosofar axiomas, paradoxos, sofismas, quando a turma pensando pensa que é esperta só porque pensa, enquanto adora Baco e fala alto e se confunde
cortaram as árvores de marcar no tronco o nome da namorada: a real, a imaginada
cortaram as árvores de ouvir passarinho e fazer serenata
cortaram as árvores...
por outro lado, agora vejo melhor a vastidão do céu: céu de imaginar-se alado, céu de mergulhar nas nuvens, céu de sonhar com as estrelas, com outros mundos e o Paraíso, céu de Deus, de deuses e titãs, e também céu de me situar no mundo: somos tão pequenininhos...
a luz irradia-se mais livremente, o calor propaga-se, e restaura-se a saúde do sistema corpo-mente-espírito: remédio gratuito e efetivo
a luz do sol me acalma entrando no meu quarto
e o calor faz a gente se sentir mais vivo
perdi as árvores, mas me dourou o sol
perdi as árvores, mas me ampliou o céu
perdi as árvores, mas me curou a luz
muitas vezes, quando a gente perde é quando a gente mais ganha
1)
O tempo passa e nos leva aos pedaços: um pouquinho do corpo, um pouquinho da mente, um pouquinho da alma
O tempo passa e nos leva aos pedaços: um pouquinho dos músculos, um pouquinho do coração, um pouquinho da memória
O tempo passa e nos leva aos pedaços: a criança, a lembrança, a esperança, também a coragem
A cada dia, a cada esquina, a cada susto o tempo passa e nos leva; no fim, somos poeira cósmica
A cada noite, no sofá da sala, no jantar com a família o tempo passa e nos leva; somos sombras fugidias
O tempo passa...
Não, ele corre!
O tempo corre com sua disposição atlética, com seu espírito olímpico, deixando-nos para trás, exaustos, com o coração saindo pela boca
O tempo corre com suas pernas titânicas, espalhando luzes e trevas no seu rastro, envolvendo-nos em seu implacável jogo de renovação e morte
O tempo corre...
Não, ele voa!
O tempo voa, mas somos nós quem caímos das alturas, caímos na real: é, o tempo voa, e nós, no máximo, corremos
É, o tempo voa, enquanto caímos na real: caímos nos braços do esquecimento, nos braços do sono, nos braços da noite, cujas vozes é o silêncio, íntimo companheiro de tudo que sonha
Ah, o tempo...
Se passasse mais devagar...
Ou se a gente vivesse mais e melhor...
Ou se a gente aprendesse mais rapidamente a viver, se a gente aprendesse mais rapidamente sobre o tempo, sobre os tempos da vida...
Ou se
Ao menos
A gente aprendesse a passar, a passar simplesmente
Como o tempo...
2)
a moça apaixonou-se pela pessoa errada
e vivia a chorar estrelas com seus olhos noturnos
(outros orientavam-se no escuro com as estrelas que ela chorava, mas ela não se apercebia disso...)
falava sozinha imaginando seu amor abandonado ao sofá da sala, num comuníssimo domingo, lendo o jornal, a ouvi-la tagarelar e a rir-se dela; e compartilhava com este ser imaginário seus cotidianos dramas e alegrias, suas modestas aspirações e inspirações...
antes de dormir, tocava-se com lânguida sensualidade e despia-se num jogo erótico ilusório, sonhando o amante materializado em sua cama, viril mas delicado, a observá-la com paixão: mágica do amor romântico e da imaginação concupiscente...
a moça estava faminta de um corpo
a moça estava sedenta de uma alma
e foi assim que se deixou levar pelas metáforas de um jovem poeta – um poetaço, por quem se apaixonara, perdidamente, sem esperar ou querer, e esperou e quis e quis e esperou e esperou e quis, tudo baldadamente...
sóis e luas vieram e se foram
esperanças cresceram e minguaram
sazões dormiram e acordaram
e nada!
iludiu-se com os mal-entendidos da linguagem
iludiu-se com as miragens dos devaneios
iludiu-se com os calafrios dos desejos
até que, enfim, ela decidiu-se por não esperar mais a pessoa certa e se fez pessoa certa para alguém, e adorou fazer alguém feliz, e foi feliz também
às vezes, as coisas fazem mais sentido quando você desiste delas...
3)
cortaram as árvores de dar sombra
sombras de dormir muito e gostosamente
e sonhar sonhos doces e frutíferos
cortaram as árvores de papear debaixo da copa
e filosofar axiomas, paradoxos, sofismas, quando a turma pensando pensa que é esperta só porque pensa, enquanto adora Baco e fala alto e se confunde
cortaram as árvores de marcar no tronco o nome da namorada: a real, a imaginada
cortaram as árvores de ouvir passarinho e fazer serenata
cortaram as árvores...
por outro lado, agora vejo melhor a vastidão do céu: céu de imaginar-se alado, céu de mergulhar nas nuvens, céu de sonhar com as estrelas, com outros mundos e o Paraíso, céu de Deus, de deuses e titãs, e também céu de me situar no mundo: somos tão pequenininhos...
a luz irradia-se mais livremente, o calor propaga-se, e restaura-se a saúde do sistema corpo-mente-espírito: remédio gratuito e efetivo
a luz do sol me acalma entrando no meu quarto
e o calor faz a gente se sentir mais vivo
perdi as árvores, mas me dourou o sol
perdi as árvores, mas me ampliou o céu
perdi as árvores, mas me curou a luz
muitas vezes, quando a gente perde é quando a gente mais ganha
domingo, 21 de agosto de 2011
PENSAMENTOS DA SEMANA
REFLEXÕES SOBRE NOSSA CIVILIZAÇÃO E SUA BASE IDEOLÓGICA
por Tádzio Nanan
O império da biologia é egoísmo e vaidade; o império da civilização é altruísmo, “sublimação”, cooperação; eis aí a razão da nossa esquizofrenia coletiva!
O mesmo sentimento humano, bastante positivo, que leva o Homem a superar-se a si mesmo, aos seus inimigos e obstáculos, tão próprio da ideologia capitalista, cuja palavra-chave é competição, degenera, mais adiante, em extremo egoísmo, rapacidade, vaidade e indiferença; por outro lado, o sentimento humano, também bastante profícuo e produtivo, que leva o Homem a “sublimar” seu ego, seu egoísmo e vaidade, tão próprio da ideologia socialista, cuja palavra-chave é cooperação, degenera, mais adiante, em acomodação, imobilidade, ineficiência; como vêmos, as raízes das duas formas modernas de sociabilidade humana têm efeitos contraditórios e imperfeitos!
Por que o capitalismo funciona (ou seja, produz riqueza material, ainda que não a distribua equitativamente)? Porque a competição, motor do capitalismo, está “gravada” em nossos genes pré-históricos; no capitalismo, biologia e economia se coadunam para uma mesma finalidade: competir e vencer, em nome da nossa vaidade; e ainda que fracassemos uma centena de vezes, alimentamos esperançosamente a imortal e redentora idéia de sermos bem sucedidos ao final (seria apenas ridículo se não fosse completamente trágico)
A tentação do dinheiro é frequentemente maior que a vigilância do caráter
É fácil achar-se mais importante do que se é; o difícil é achar-se menos
Ser livre não é conquistar tudo; é renunciar a tudo
Se todos tentarem prevalecer sobre todos, a civilização sairá derrotada
Diz-se que a vaidade é o pecado predileto do demônio; concordo e acrescento: é a força propulsora e mantenedora desta relação social e histórica chamada de Capital
O capitalismo baseia-se num infantil “eu quero”; urge uma sociedade que se baseie num fundamental “nós precisamos”
O capitalismo inverteu tudo: as pessoas agora precisam do que querem, ao invés de quererem o que precisam
As pessoas sonham com destacar-se; esse sonho frívolo eu já destaquei da minha lista
por Tádzio Nanan
O império da biologia é egoísmo e vaidade; o império da civilização é altruísmo, “sublimação”, cooperação; eis aí a razão da nossa esquizofrenia coletiva!
O mesmo sentimento humano, bastante positivo, que leva o Homem a superar-se a si mesmo, aos seus inimigos e obstáculos, tão próprio da ideologia capitalista, cuja palavra-chave é competição, degenera, mais adiante, em extremo egoísmo, rapacidade, vaidade e indiferença; por outro lado, o sentimento humano, também bastante profícuo e produtivo, que leva o Homem a “sublimar” seu ego, seu egoísmo e vaidade, tão próprio da ideologia socialista, cuja palavra-chave é cooperação, degenera, mais adiante, em acomodação, imobilidade, ineficiência; como vêmos, as raízes das duas formas modernas de sociabilidade humana têm efeitos contraditórios e imperfeitos!
Por que o capitalismo funciona (ou seja, produz riqueza material, ainda que não a distribua equitativamente)? Porque a competição, motor do capitalismo, está “gravada” em nossos genes pré-históricos; no capitalismo, biologia e economia se coadunam para uma mesma finalidade: competir e vencer, em nome da nossa vaidade; e ainda que fracassemos uma centena de vezes, alimentamos esperançosamente a imortal e redentora idéia de sermos bem sucedidos ao final (seria apenas ridículo se não fosse completamente trágico)
A tentação do dinheiro é frequentemente maior que a vigilância do caráter
É fácil achar-se mais importante do que se é; o difícil é achar-se menos
Ser livre não é conquistar tudo; é renunciar a tudo
Se todos tentarem prevalecer sobre todos, a civilização sairá derrotada
Diz-se que a vaidade é o pecado predileto do demônio; concordo e acrescento: é a força propulsora e mantenedora desta relação social e histórica chamada de Capital
O capitalismo baseia-se num infantil “eu quero”; urge uma sociedade que se baseie num fundamental “nós precisamos”
O capitalismo inverteu tudo: as pessoas agora precisam do que querem, ao invés de quererem o que precisam
As pessoas sonham com destacar-se; esse sonho frívolo eu já destaquei da minha lista
sábado, 20 de agosto de 2011
PENSAMENTO DA SEMANA
Ensina a tua verdade e aprende a verdade alheia;
assim, o mundo será um lugar muito mais rico e pacífico
Tádzio Nanan
assim, o mundo será um lugar muito mais rico e pacífico
Tádzio Nanan
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
PENSAMENTOS DA SEMANA
HOMENS E MULHERES - novas especulações
por Tádzio Nanan
Somos todos – homens e mulheres, escravos;
as mulheres, escravas da beleza;
os homens, da virilidade.
Os olhos da mulher são lindos, mas seu olhar é mais;
a boca da mulher é linda, mas seu sorriso é mais;
o corpo da mulher é lindo, mas sua alma é mais.
As mulheres dizem tudo com o olhar; e com o mesmo olhar, podem esconder tudo.
As mulheres seriam perfeitas... se elas não gostassem de homens; afinal, já é sabido de longa data: homens fazem mal à saúde das mulheres...
O homem está sempre devendo à mulher; a mulher está sempre emprestando ao homem.
Quisera eu acreditar nas religiões: que Deus nos fez à Sua imagem e semelhança... Mas, na verdade, o Homem é um bicho, e em bicho nenhum confia-se totalmente.
por Tádzio Nanan
Somos todos – homens e mulheres, escravos;
as mulheres, escravas da beleza;
os homens, da virilidade.
Os olhos da mulher são lindos, mas seu olhar é mais;
a boca da mulher é linda, mas seu sorriso é mais;
o corpo da mulher é lindo, mas sua alma é mais.
As mulheres dizem tudo com o olhar; e com o mesmo olhar, podem esconder tudo.
As mulheres seriam perfeitas... se elas não gostassem de homens; afinal, já é sabido de longa data: homens fazem mal à saúde das mulheres...
O homem está sempre devendo à mulher; a mulher está sempre emprestando ao homem.
Quisera eu acreditar nas religiões: que Deus nos fez à Sua imagem e semelhança... Mas, na verdade, o Homem é um bicho, e em bicho nenhum confia-se totalmente.
domingo, 14 de agosto de 2011
PENSAMENTO DA SEMANA
Meu conhecimento expande-se aritmeticamente
O conhecimento produzido pelo mundo aumenta exponencialmente
Então, surge o paradoxo: todo dia eu me torno mais educado e todo dia eu me torno mais ignorante!
Tádzio Nanan
O conhecimento produzido pelo mundo aumenta exponencialmente
Então, surge o paradoxo: todo dia eu me torno mais educado e todo dia eu me torno mais ignorante!
Tádzio Nanan
POEMA AO MEU PAI (LUIZ CARLOS AIRES BARREIRA NANAN)
Dr. Nanan e a adorável Norminha (CASAL 20)
Este homem, sábio, comedido, de onde veio?
De que Utopia fantástica?
De que estirpe descende?
Que ventre sereno e puro o concebeu consagrado?
A ética virtuosa que o alimentou espargiu-se de qual seio?
De Maria, mãe de Jesus? De Marianne, deusa da liberdade? De Palas Atena?
Purificou-lhe o Fogo Olímpico, tornando-o indiferente ao mal obsidional?
Este homem, cordial, solícito
é o sal da terra, é a luz do mundo, é tábua de salvação
é sol sem o qual o dia volve à noite
o calor dissipa-se no frio
o fogo desfaz-se na brisa
a vida volta a ser desígnio impossível
Este homem: baluarte e bálsamo
Justo e corajoso
de que é feita sua matéria?
de onde provêm seu espírito?
De qual sonho?
De qual poema?
De qual primavera?
Divina mão batizou-o no mais puro dos ritos?
Divina mão forjou-lhe o caráter inoxidável?
Seu gene altruísta plasmou-se na célula-mater do Francisco, da Tereza?
E, não obstante, é humano, simplesmente
E é sublime e cheio de glória porque é aos humanos que a corrupção se apresenta, atraente e tentadora, cheia de graça e artimanhas, e o que se sobrepõe a ela ascende de muito seus irmãos humanos, fracos, hesitantes, transviados, existindo calma e dignamente, reverberando sabedoria, semeando amizades, cuidando do jardim da saudade, adubando o solo sagrado do respeito, da compaixão, da empatia e do amor
Tádzio Nanan
filho
14 de agosto de 2011
dia dos pais
sábado, 13 de agosto de 2011
PENSAMENTO DA SEMANA
A palavra é de graça, mas vale mais que todos os tesouros da Terra
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 13 de julho de 2011
MELHORES FILMES (vistos no primeiro semestre de 2011)
Toy story 3 (Toy Story 3, Lee Unkrich, 2010)
nota: 8,5
Tudo pode dar certo (Whatever Works, Woody Allen, 2009)
nota: 7,5
Duelo ao sol (Duel In The Sun, King Vidor, 1946)
nota: 7,5
O sol é para todos (To Kill a Mockingbird, Robert Mulligan, 1962)
nota: 9,0
Duelo de titãs (Last Train from Gun Hill, John Sturges, 1959)
nota: 7,0
Frenesi (Frenzy, Alfred Hitchcock, 1972)
nota: 8,0
Lunar (Moon, Duncan Jones, 2009)
nota: 7,5
Julie & Júlia (Julie & Julia, Nora Ephron, 2009)
nota: 7,0
A face oculta (One-Eyed Jacks, Marlon Brando, 1961)
nota: 7,5
O picolino (Top Hat, Mark Sandrich, 1935)
nota: 8,0
Agora seremos felizes (Meet Me in St. Louis, Vincente Minnelli, 1944)
nota: 7,5
A última sessão de cinema (The Last Picture Show, Peter Bogdanovich, 1971)
nota: 8,5
Lua de papel (Paper Moon, Peter Bogdanovich, 1973)
nota: 8,5
O dorminhoco (Sleeper, Woody Allen, 1973)
nota: 7,5
Um lugar ao sol (A Place in the Sun, George Stevens, 1951)
nota: 8,0
O salário do medo (Le Salaire de la Peur, Henri-Georges Clouzot, 1953)
nota: 8,5
Amor, sublime amor (West Side Story, Jerome Robbins e Robert Wise, 1961)
nota: 9,5
Intriga internacional (North by Northwest, Alfred Hitchcock, 1959)
nota: 8,5
Boogie nights – Prazer sem limites (Boogie Nights, Paul Thomas Anderson, 1997)
nota: 8,0
A conversação (The Conversation, Francis Ford Coppola, 1974)
nota: 7,5
O show deve continuar (All That Jazz, Bob Fosse, 1979)
nota: 7,5
Fogo contra fogo (Heat, Michael Mann, 1995)
nota: 8,5
A bela da tarde (Belle de Jour, Luis Bunuel, 1967)
nota: 8,0
Tempo de despertar (Awakenings, Penny Marshall, 1990)
nota: 7,5
Sem novidade no front (All Quiet on the Western Front, Lewis Milestone, 1930)
nota: 9,5
Capitalismo, uma história de amor (Capitalism, a Love Story, Michael Moore, 2009)
nota: 7,5
Glória feita de sangue (Paths of Glory, Stanley Kubrick, 1957)
nota: 8,0
Tropa de elite 2 – O inimigo agora é outro (José Padilha, 2010)
nota: 8,5
No calor da noite (In the Heat of the Night, Norman Jewison, 1967)
nota: 8,0
Amargo Pesadelo (Deliverance, John Boorman, 1972)
nota: 8,0
A rede social (The Social Network, David Fincher, 2010)
nota: 8,5
Papillon (Papillon, Franklin J. Schaffner, 1973)
nota: 8,0
Banzé no Oeste (Blazing Saddles, Mel Brooks, 1974)
nota: 7,5
Jejum de Amor (His Girl Friday, Howard Hawks, 1940)
nota: 8,0
Você vai conhecer o homem dos seus sonhos (You Will Meet a Tall Dark Stranger, Woody Allen, 2010)
nota: 7,0
Backbeat – os 5 rapazes de Liverpool (Backbeat, Iain Softley, 1994)
nota: 7,5
O garoto de Liverpool (Nowhere Boy, Sam Taylor-Wood, 2009)
nota: 7,0
Guerra nas Estrelas (Star Wars, George Lucas, 1977)
nota: 9,0
Aconteceu em Woodstock (Taking Woodstock, Ang Lee, 2009)
nota: 7,0
O vencedor (The Fighter, David O. Russel, 2010)
nota: 8,0
Você não conhece Jack (You don't know Jack, Barry Levinson, 2010)
nota: 8,0
Cisne negro (Black Swan, Darren Aronofsky, 2010)
nota: 8,5
Deixe-me entrar (Let Me In, Matt Reeves, 2010)
nota: 7,5
O discurso do rei (The King's Speech, Tom Hooper, 2010)
nota: 8,5
127 horas (127 Hours, Danny Boyle, 2010)
nota: 7,5
Minhas mães e meu pai (The Kids Are All Right, Lisa Cholodenko, 2010)
nota: 8,0
Terra (Earth, Alastair Fothergill e Mark Linfield, 2007)
nota: 8,0
Inverno da alma (Winter's Bone, Debra Granick, 2010)
nota: 8,5
Lixo extraordinário (Waste Land, Lucy Walker e Karen Harley, 2010)
nota: 8,0
Bravura indômita (True Grit, Ethan Coen e Joel Coen, 2010)
nota: 8,0
Educação (An Education, Lone Scherfig, 2009)
nota: 8,0
O grupo Baader-Meinhof (Der Baader-Meinhof Komplex, Uli Edel, 2008)
nota: 7,5
Reds (Reds, Warren Beatty, 1981)
nota: 7,5
Mody Dick (Moby Dick, John Huston, 1956)
nota: 7,5
Um lugar qualquer (Somewhere, Sofia Coppola, 2010)
nota: 7,0
Preciosa (Precious, Lee Daniels, 2009)
nota: 8,0
O segredo dos seus olhos (El secreto de sus ojos, Juan José Campanella, 2009)
nota: 8,5
Trabalho interno (Inside Job, Charles Ferguson, 2010)
nota: 8,5
por Tádzio Nanan
nota: 8,5
Tudo pode dar certo (Whatever Works, Woody Allen, 2009)
nota: 7,5
Duelo ao sol (Duel In The Sun, King Vidor, 1946)
nota: 7,5
O sol é para todos (To Kill a Mockingbird, Robert Mulligan, 1962)
nota: 9,0
Duelo de titãs (Last Train from Gun Hill, John Sturges, 1959)
nota: 7,0
Frenesi (Frenzy, Alfred Hitchcock, 1972)
nota: 8,0
Lunar (Moon, Duncan Jones, 2009)
nota: 7,5
Julie & Júlia (Julie & Julia, Nora Ephron, 2009)
nota: 7,0
A face oculta (One-Eyed Jacks, Marlon Brando, 1961)
nota: 7,5
O picolino (Top Hat, Mark Sandrich, 1935)
nota: 8,0
Agora seremos felizes (Meet Me in St. Louis, Vincente Minnelli, 1944)
nota: 7,5
A última sessão de cinema (The Last Picture Show, Peter Bogdanovich, 1971)
nota: 8,5
Lua de papel (Paper Moon, Peter Bogdanovich, 1973)
nota: 8,5
O dorminhoco (Sleeper, Woody Allen, 1973)
nota: 7,5
Um lugar ao sol (A Place in the Sun, George Stevens, 1951)
nota: 8,0
O salário do medo (Le Salaire de la Peur, Henri-Georges Clouzot, 1953)
nota: 8,5
Amor, sublime amor (West Side Story, Jerome Robbins e Robert Wise, 1961)
nota: 9,5
Intriga internacional (North by Northwest, Alfred Hitchcock, 1959)
nota: 8,5
Boogie nights – Prazer sem limites (Boogie Nights, Paul Thomas Anderson, 1997)
nota: 8,0
A conversação (The Conversation, Francis Ford Coppola, 1974)
nota: 7,5
O show deve continuar (All That Jazz, Bob Fosse, 1979)
nota: 7,5
Fogo contra fogo (Heat, Michael Mann, 1995)
nota: 8,5
A bela da tarde (Belle de Jour, Luis Bunuel, 1967)
nota: 8,0
Tempo de despertar (Awakenings, Penny Marshall, 1990)
nota: 7,5
Sem novidade no front (All Quiet on the Western Front, Lewis Milestone, 1930)
nota: 9,5
Capitalismo, uma história de amor (Capitalism, a Love Story, Michael Moore, 2009)
nota: 7,5
Glória feita de sangue (Paths of Glory, Stanley Kubrick, 1957)
nota: 8,0
Tropa de elite 2 – O inimigo agora é outro (José Padilha, 2010)
nota: 8,5
No calor da noite (In the Heat of the Night, Norman Jewison, 1967)
nota: 8,0
Amargo Pesadelo (Deliverance, John Boorman, 1972)
nota: 8,0
A rede social (The Social Network, David Fincher, 2010)
nota: 8,5
Papillon (Papillon, Franklin J. Schaffner, 1973)
nota: 8,0
Banzé no Oeste (Blazing Saddles, Mel Brooks, 1974)
nota: 7,5
Jejum de Amor (His Girl Friday, Howard Hawks, 1940)
nota: 8,0
Você vai conhecer o homem dos seus sonhos (You Will Meet a Tall Dark Stranger, Woody Allen, 2010)
nota: 7,0
Backbeat – os 5 rapazes de Liverpool (Backbeat, Iain Softley, 1994)
nota: 7,5
O garoto de Liverpool (Nowhere Boy, Sam Taylor-Wood, 2009)
nota: 7,0
Guerra nas Estrelas (Star Wars, George Lucas, 1977)
nota: 9,0
Aconteceu em Woodstock (Taking Woodstock, Ang Lee, 2009)
nota: 7,0
O vencedor (The Fighter, David O. Russel, 2010)
nota: 8,0
Você não conhece Jack (You don't know Jack, Barry Levinson, 2010)
nota: 8,0
Cisne negro (Black Swan, Darren Aronofsky, 2010)
nota: 8,5
Deixe-me entrar (Let Me In, Matt Reeves, 2010)
nota: 7,5
O discurso do rei (The King's Speech, Tom Hooper, 2010)
nota: 8,5
127 horas (127 Hours, Danny Boyle, 2010)
nota: 7,5
Minhas mães e meu pai (The Kids Are All Right, Lisa Cholodenko, 2010)
nota: 8,0
Terra (Earth, Alastair Fothergill e Mark Linfield, 2007)
nota: 8,0
Inverno da alma (Winter's Bone, Debra Granick, 2010)
nota: 8,5
Lixo extraordinário (Waste Land, Lucy Walker e Karen Harley, 2010)
nota: 8,0
Bravura indômita (True Grit, Ethan Coen e Joel Coen, 2010)
nota: 8,0
Educação (An Education, Lone Scherfig, 2009)
nota: 8,0
O grupo Baader-Meinhof (Der Baader-Meinhof Komplex, Uli Edel, 2008)
nota: 7,5
Reds (Reds, Warren Beatty, 1981)
nota: 7,5
Mody Dick (Moby Dick, John Huston, 1956)
nota: 7,5
Um lugar qualquer (Somewhere, Sofia Coppola, 2010)
nota: 7,0
Preciosa (Precious, Lee Daniels, 2009)
nota: 8,0
O segredo dos seus olhos (El secreto de sus ojos, Juan José Campanella, 2009)
nota: 8,5
Trabalho interno (Inside Job, Charles Ferguson, 2010)
nota: 8,5
por Tádzio Nanan
domingo, 5 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
O conhecimento espanta, a sabedoria tranquiliza; ambos são necessários: conhecimento e sabedoria, espanto e tranqüilidade
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
PENSAMENTO DO DIA:
Acabemos com a família burguesa (o direito de herança) e acabamos com o Capital; acabando com o Capital, fazemos nascer a verdadeira família humana
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
ESFINGE - II
Gente vulgar, meu ser pacifica-se no caos
Num tropel de emoções, num viajar-se em naus
Imortais, rumo ao fim e ao limiar de tudo
Sorvendo a existência num divagar mudo
Nasço, morro, renasço... Vivo em outra esfera
Sou lírio e sou hera, todo o amálgama que contém
Nossa natureza, e hoje sei que o conforto da certeza
Não engendra o traço original que tem a beleza
Minha humanidade quer expandir-se ao infinito
Na dubiedade das horas, ser o silêncio e o grito
É fogo que arde e na própria chama se extingue
É a loucura do algoz que ao próprio corpo cinde
Mentes timoratas prenunciam: perderás a alma!
Vendi-a ao nascer. Noite, tu és quem me acalma!
Nos abismos sem luz, sonho o inconsciente coletivo
E só e em silêncio é que me sinto vivo
A vida é um sonho com reflexos de realidade
É ir esgotando o círio de uma fugaz identidade
Mas, cientes de que adiante, outra vez, acordaremos
E maiores, mais puros, mais livres, prosseguiremos...
Tádzio Nanan
Num tropel de emoções, num viajar-se em naus
Imortais, rumo ao fim e ao limiar de tudo
Sorvendo a existência num divagar mudo
Nasço, morro, renasço... Vivo em outra esfera
Sou lírio e sou hera, todo o amálgama que contém
Nossa natureza, e hoje sei que o conforto da certeza
Não engendra o traço original que tem a beleza
Minha humanidade quer expandir-se ao infinito
Na dubiedade das horas, ser o silêncio e o grito
É fogo que arde e na própria chama se extingue
É a loucura do algoz que ao próprio corpo cinde
Mentes timoratas prenunciam: perderás a alma!
Vendi-a ao nascer. Noite, tu és quem me acalma!
Nos abismos sem luz, sonho o inconsciente coletivo
E só e em silêncio é que me sinto vivo
A vida é um sonho com reflexos de realidade
É ir esgotando o círio de uma fugaz identidade
Mas, cientes de que adiante, outra vez, acordaremos
E maiores, mais puros, mais livres, prosseguiremos...
Tádzio Nanan
PENSAMENTO DO DIA:
Um dos maiores prazeres da vida é praticamente gratuito: assistir o mundo girar e apreciar as mudanças daí decorrentes
Tádzio Nanan
Tádzio Nanan
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
ESFINGE - I
Coração há que olvide tua beleza?
De rosa a desvirginar a primavera
De sol a inaugurar uma outra era
De novos sonhos e mais delicadeza
E alma há indiferente à tua tristeza?
Que confere ao teu olhar larga gravidade,
Como se lá houvesse sorumbática cidade
Onde reinasse noctívaga princesa
Teu olhar horrendo, de outra Medusa
Vai refazendo os corações humanos em pedra
E em tua plástica beleza só o malefício medra
Volúpia estéril, cristalizada na recusa
E teus gestos, que engendram sombras delirantes
Ora parecem pesadas: as memórias doídas?
Ora parecem abatidas: as paixões perdidas?
Malditas sombras, que te arrastam a vãos distantes
Bebe, triste e bela infanta de longínqua esfera
Um gole do Letes, sim, o esquecimento...
Antes que morras do tétrico sofrimento
Bebe um gole! Foge do mal que te lacera!
Tádzio Nanan
De rosa a desvirginar a primavera
De sol a inaugurar uma outra era
De novos sonhos e mais delicadeza
E alma há indiferente à tua tristeza?
Que confere ao teu olhar larga gravidade,
Como se lá houvesse sorumbática cidade
Onde reinasse noctívaga princesa
Teu olhar horrendo, de outra Medusa
Vai refazendo os corações humanos em pedra
E em tua plástica beleza só o malefício medra
Volúpia estéril, cristalizada na recusa
E teus gestos, que engendram sombras delirantes
Ora parecem pesadas: as memórias doídas?
Ora parecem abatidas: as paixões perdidas?
Malditas sombras, que te arrastam a vãos distantes
Bebe, triste e bela infanta de longínqua esfera
Um gole do Letes, sim, o esquecimento...
Antes que morras do tétrico sofrimento
Bebe um gole! Foge do mal que te lacera!
Tádzio Nanan
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